EXCLUSIVO ANDES WINES PERFIL DO CONSUMIDOR CHILENO DE VINHOS

Ainda que o Chile esteja entre os maiores produtores de vinho do mundo, seus habitantes tomam pouco vinho e sabem pouco de cepas. O consumidor chileno se arrisca pouco, optando principalmente pelo preço enquanto os turistas estrangeiros apostam nas novidades. Análise exclusiva da Andes Wines.

Por Marta Lillo e Sandra Vargas, AndesWines.com

Paradoxalmente, os que estão mais conscientes deste bom momento não são os consumidores chilenos, mas os estrangeiros que visitam nosso País.

Porque apesar de estar o Chile entre os 10 maiores produtores mundiais de vinho, sua população toma pouco vinho, o que contrasta com a realidade de outras nações produtoras a nível internacional.

Conforme as cifras da consultora Euromonitor International de janeiro de 2012, os chilenos tomam anualmente 14 litros por pessoa, situando-se no 25º lugar do ranking mundial de consumo per capita de vinho elaborado pela empresa, superado pela Argentina no 11º lugar com seus 25 litros por pessoa, e Portugal, como líder do ranking com seus 46,5 litros per capita. De acordo com o último Relatório Anual de Consumo Aparente de Vinho no Chile, elaborado pelo Subdepartamento de Vinhas e Vinhos do Serviço Agrícola e Pecuário (SAG), o chileno consumia em 2007 uma média de 17,6 litros per capita ao ano.

Mas, por que o chileno compra e consome pouco vinho? Podem ser muitos os fatores que motivam a decisão final de compra do consumidor chileno: desde o humor e o estado civil do comprador, se está ou não informado, se foi assessorado, se é um consumidor habitual ou ocasional, até o preço e o status da marca.

O pesquisador analista da Euromonitor International, Alfonso de los Reyes, comenta em um recente estudo sobre o Vinho no Chile, que o consumidor chileno é tradicionalista na hora de tomar uma taça de vinho, preferindo as ocasiões especiais como partidas de futebol, churrascos familiares, ceias de Natal ou aniversários. A isto se soma também a predileção por vinho em caixa ou de mesa baratos nos segmentos mais populares.

Efetivamente, nos últimos dez anos foi detectado um aumento do consumo de vinhos de cepa na mesa dos chilenos. De acordo com a Euromonitor, o vinho de mesa tinto diminuiu sua participação no volume a aproximadamente 35% em 2011, quando em 2000 esta cifra alcançava os 50%; o vinho branco apresenta cifras semelhantes. Não obstante, a compra de varietais, Premium e Ícones continua dominada pelos consumidores de classe média e alta, e focada também em ocasiões especiais.

E embora a compra de vinho em nosso País dispare tradicionalmente durante o verão, isto não se deve a uma manifestação nacional. É que precisamente em nossas férias aumentam a visita e o consumo de estrangeiros nos restaurantes e nas principais lojas especializadas em vinhos no País. Durante 2011 mais de 2,7 milhões de turistas visitaram o Chile e somente em janeiro deste ano entraram mais de 500 mil estrangeiros, conforme os dados do Serviço Nacional de Turismo e da Subsecretaria de Turismo.

Para os amantes da boa mesa, uma parada que está se tornando obrigatória é a loja e restaurante Coquinaria localizada no exclusivo Hotel “W” no eixo entre El Golf e Isidora Goyenechea, em Santiago. O primeiro mercado gourmet do País foi criado por Alejandra Elgueta e Kevin Poulter precisamente para fornecer um local de encontro e de produtos exclusivos da crescente congregação sibarita chilena e estrangeira. Embora durante o ano cerca de 80% dos consumidores sejam nacionais diante de uns 20% de turistas, esta distribuição no verão praticamente chega a ser meio a meio.

Durante estes últimos dois anos, Poulter pôde observar diretamente a vinda de consumidores tanto nacionais como estrangeiros. Isto lhe permite definir o perfil médio de compra dos chilenos como constante: os preços favorecidos variavam entre os Ch$ 8.000 e $ 14.000 pesos chilenos (US$ 16 a 28 aprox.) por garrafa; as cepas mais vendidas são a Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc e Carménère, e as marcas mais vendidas são a Concha y Toro e Ventisquero.
Quanto aos segmentos de vinhos reserva, Premium e Ícones, que começam nos Ch$ 5.000, Ch$10.000 e Ch$ 30.000 (US$ 10, 20 e 60 aprox.) pesos a garrafa, respectivamente, o consumo chileno não varia muito: embora aqueles que adquirem estes produtos mais exclusivos não se decidam pelo preço mas por sua condição de irreproduzíveis, de edição limitada, renome, fator surpresa, seus consumidores mantêm suas cepas e suas marcas favoritas de sempre.

Os motivos dos estrangeiros são outros, afirma Poulter. Sua curiosidade e motivação para arriscar-se a conhecer as novidades, sem importar o preço, permitem-lhes provar sem medo novas cepas e marcas menos conhecidas, agrega.

O consumidor chileno, particularmente, prefere não arriscar quando compra vinho no supermercado, conclui o estudo “Fatores que interferem na frequência e consumo de vinho no setor Oriente de Santiago”, realizado pelo Departamento de Economia Agrária da Pontifícia Universidade Católica em 2006. Ao enfrentar as gôndolas sozinho, “o preço se impõe como o único fator relevante para determinar a qualidade de um vinho, já que contam apenas com a informação sobre os atributos extrínsecos do produto”, explica Francisco Jiménez, um dos coautores do estudo.

Tal incerteza diminui quando o chileno adquire vinho em restaurantes e em outros locais especializados (on trade): “A recomendação especializada reduz sobremaneira o risco à decisão de compra. Neste último canal de venda, predominam, como fatores relevantes, a ocasião de consumo e a recomendação especializada”, sustenta Jiménez.

Construindo cultura vitivinícola.

Dado que este tradicionalismo do consumidor chileno é observado na compra de todo tipo de produtos, mais educação e informação vitivinícolas dariam forma a uma cultura de vinho motivada não só pelo bolso, mas também pelo paladar.

Mas não é só questão de consumir mais vinho, adverte De los Reyes da Euromonitor International: “Falta ainda no Chile atingir os níveis de conhecimento que existem em outras latitudes. Ainda não podemos distinguir a diferença entre cepas, por exemplo, é por isso que o consumidor não se importa em optar pelo vinho de mesa, por exemplo. Promover o conhecimento do vinho é uma tarefa difícil, as três grandes vinhas – San Pedro, Santa Rita e Concha y Toro – optaram por oferecer versões varietais de seus vinhos em caixa, para que o consumidor possa adquirir gradualmente o conhecimento necessário para aproximar-se dos vinhos em um nível mais alto”.

Jiménez agrega que só através da educação e a vinculação da indústria com outros setores relevantes para a sua promoção, como turismo e esportes, será possível aproximar o consumidor nacional às diferentes opções que a experiência do vinho fornece. “Assim se atreverá a inovar ou experimentar o consumo de cepas, formatos e vinhas não tradicionais”, assegura.

Opinião similar tem Poulter, que adverte que existe certa “ignorância, mas que não deve ser entendida como um insulto, mas devido a que em nosso País o mercado doméstico é pequeno”.
Gerando oportunidades

O nicho de venda de saldos de exportação poderia muito bem fornecer um apoio fundamental a esta construção de uma cultura do vinho nacional.

Este formato lidera a venda em adega da recém inaugurada Loja da Andes Wines, que além de fornecer as marcas e cepas tradicionais ao gosto do consumidor chileno, exibe produtos que não se encontram nas gôndolas dos supermercados nem nas prateleiras das lojas especializadas.

“Consideramos que abrimos um novo nicho de consumo pensando no cliente e na possibilidade de acesso a preços convenientes durante o ano todo. 60% dos consumidores chilenos consomem vinhos tintos Cabernet, Carménère e Syrah, além de um explosivo consumo de espumantes à base de Chardonnay e Pinot Noir nacionais e da Argentina”, comenta o gerente geral da Andes Wines, Maximiliano Morales.

A oferta da Andes Wines compreende os produtos de mais de 25 vinhas e produtores de bebidas, cervejas artesanais e produtos gourmet com descontos que variam dos 10% aos 70%.

90% dos vinhos apresentados não se encontram no mercado de varejo, situação que abre a oportunidade para conhecer novas variedades e marcas. Entre as novidades, um protagonista é o Reserva Superior Travessia 2009 da Viña Garcia pelo seu ensamblage de vinhos tintos e brancos e pelos seus 91 pontos outorgados pelo “Descorchados 2011”. O seu valor aqui é de Ch$4.000 (US$ 8 aprox.).

Clientes que têm participado das pesquisas explicaram que visitam a loja especificamente para comprar vinhos e é durante esta visita que têm acesso a nomes e vinhas menos conhecidas. E apesar do Carménère continuar sendo a primeira opção, eles asseguram que enquanto existirem ofertas, se atreverão a provar algo diferente.

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DOCUMENTÁRIO DO VINHO EM MOTO VAI PERCORRER AMÉRICA

No dia 1 de Setembro começou a expedição em moto para filmar o Documentário do Vinho chamado “Wine Terroir Adventure”, com destino final em Nova Iorque. Cristián Muñoz, empresário e empreendedor chileno está liderando esta travessia que vem percorrendo América.

Cristián partiu do Palácio de La Moneda do Chile no dia 1 de Setembro para Mendoza, começando o roteiro por mais de 25 terroirs da América Latina para descobrir os melhores lugares de produção vinícola, tudo isso durante 90 dias.

Na travessia foi incluído o Rio de Janeiro para se reunir com diversos importadores de vinhos e imprensa especializada. Nos dias 17 e 18 de setembro, WTA visitará a adega Geisse, do enólogo chileno Mario Geisse.

Na Argentina o piloto reuniu-se com a representante da Andes Wines em Buenos Aires, Gabriela Luna Romano, para coordenar sessões de fotos em diferentes lugares emblemáticos de Buenos Aires, como o Espacio Gasset, além de visitar os hotéis Mine Hotel Boutique em Palermo Soho e Feir’s Park Hotel, que estão apoiando esta expedição.

Em Mendoza o piloto visitou o programa de rádio Invinoveritas, no qual os condutores José Bahamonde, Marcelo Pelleriti, Alejandro Vigil e Mauricio Llaver puderam explicar aos auditores do programa as características desta travessia que vincula motos com os vinhos da América Latina.

No Chile foram visitadas as adegas Alta Alcurnia (Peralillo), Gandolini (Maipo), Ventolera (Leyda) e Von Siebenthal (Aconcagua), para percorrer depois Carmelo Patti, Tapiz, Antigal e Cruzat na Argentina e, nos próximos dias, Uvairenda da Bolívia, Geisse do Brasil, Rivero González do México e Shaw Vineyards dos Estados Unidos.

Na travessia serão feitas degustações nas Top 10 Maravilhas Naturais da América Latina, onde serão apresentados alguns dos vinhos daquelas adegas que o piloto da moto irá visitando, tais como Ilhas Galápagos, Cataratas do Iguaçu, Selva Amazônica, Salto Angel, Parque Nacional El Yunque, Arquipélago Fernando de Noronha, Salar de Uyuni, Ilha Cocos, Laguna colorada e Deserto de Atacama.

DETALHES DO WINE TERROIR ADVENTURE

Geolocalização com GPS, uso de Twitter, facebook e contato com bloggeiros de toda América farão parte desta aventura, consistente de um percurso de 40.000 kms, 18 países, onde as redes sociais terão um papel fundamental, já que nas contas de Twitter @WTAdventure (Inglês) e @WTerroirA (Espanhol), Facebook “Wine Terroir Adventure” e Pinterest, o piloto Cristián Muñoz irá mostrando os avanços das inúmeras aventuras que irá viver durante este documentário, único em seu formato.

Além disso, será lançada a campanha #AtrapaLaMoto em Espanhol e #CatchTheBike em Inglês para que os habitantes do mundo inteiro participem no Wine Terroir Adventure. A forma de participar é tirar uma foto com um cartaz com a legenda Wine Terroir Adventure com um ícone turístico de sua cidade ou país no fundo. Estas serão colocadas em Pinterest, Facebook e Instagram de @AndesWines e Wine Terroir Adventure.

Nos diferentes países que conformam o roteiro serão feitas entrevistas a destacados sommeliers como Ricardo Grellet do Chile, Andrés Rosberg da Argentina e Rentería do México.

Por sua vez, Cristián será entrevistado pelos principais jornalistas e bloggeiros de vinhos, consumidores e donos de restaurantes, para entender e dar a conhecer a importância do Terroir na produção de vinhos.

HISTORIA DE EMPREENDEDORES

O “Win Terroir Adventure” é desenvolvido por Cristián Muñoz, CEO da empresa Wine Adventure TV e Maximiliano Morales, Gerente Geral de Andes Wines Communications, a primeira empresa de marketing de vinhos com mais de 10 anos de experiência na América Latina.

Em 2005 os dois realizaram uma das aventuras promocionais do vinho chileno mais publicadas no mundo, “Carmenere Adventure 2005”, o que lhes permitiu implementar uma nova forma de promover e posicionar os vinhos chilenos no mundo.

Cristián Muñoz será o piloto que, sem dúvida, tem uma experiência destacada quando de vinhos e aventuras em moto se trata. Durante a sua carreira na área de exportações de diferente vinhedos no Chile, USA e Europa, já percorreu 40 países e, nos últimos 7 anos, filmou outras produções em USA, Europa e Austrália, além da reconhecida campanha de promoção de vinhos chilenos “Carmenere Adventure”, onde também percorreu o continente americano para promover o Chile através da emblemática cepa do país.

Os Parceiros de Mídia da WTA são Revista Viníssimo do Equador, esnobgourmet do comunicador venezuelano Jesús Nieves Montero, Revista Dionisios de Perú, Chile Tips Trips e Nirvino.cl do jornalista Daniel Greve, do Chile.

Entre os principais patrocinadores do Wine Terroir Adventure, destaca o importador de vinhos da Colômbia JE Rueda, BMW Lerma Motors do México, CronStudio e a produtora audiovisual Tregua.

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Documentaire sur le vin chilien – Wine Terroir Adventure

Santiago, 1er septiembre 2012 – Route WTA 2012 – New York, 15 décembre 2012
25 Terroirs – 40 000 kms – 18 pays – 5 dégustations – 30 vidéos en forme de carnets de route et un documentaire

Apres “Carmenere Adventure 2005”, l’une des opérations promotionnelles du vin chilien ayant eu le plus de retentissement dans le monde entier, il a été confirmé cette semaine que du 1er septembre au 15 décembre 2012 se déroulera “Wine Terroir Adventure”.

Il s’agit d’un voyage à moto depuis Santiago du Chili jusqu’à New York, qui fera étape dans les principaux terroirs d’Amérique du Sud et des Etats-Unis, à la découverte des meilleurs sites de production viti-vinicole. A chaque étape, seront collectés images et sons pour la réalisation du premier documentaire combinant terroirs et aventures à moto.
Durant la traversée du continent, des dégustations seront réalisées depuis le Top 10 des principales Merveilles naturelles d’Amérique Latine, où seront présentés quelques-uns des vins issus des domaines visités par le pilote de la moto:

#1 Equateur: Iles Galapagos
#2 Argentine, Brésil et Paraguay: Chutes d’Iguazu
#3 Brésil: Forêt amazonienne
#4 Vénézuela: Saut de l’Ange
#5 Porto Rico: Parc National El Yunque
#6 Brésil: Archipel Fernando de Noronha
#7 Bolivie: Salar d’Uyuni
#8 Costa Rica: Ile de Cocos
#9 Bolivie: Laguna Colorada
#10 Chili: Désert d’Atacama

Est d’ores et déjà annoncée la participation de vignobles chiliens représentatifs de leur terroir respectif: Gandolini, Ventolera, Von Siebenthal, et Alta Alcurnia. Parmi les vignobles latino-américains confirmés, se trouvent notamment les Argentins Antigal et Tapiz, Uvairenda de Bolivie, et Geisse du Brésil.

TECHNOLOGIE ET RESEAUX SOCIAUX

Géolocalisation via GPS, utilisation de Twitter, Facebook et interaction avec les blogueurs de toute l’Amérique seront partie intégrante de cette aventure, qui consiste en un parcours de 40.000 kilomètres à travers 18 pays. Les réseaux sociaux joueront un rôle fondamental, puisque à travers de ses comptes Twitter @WTAdventure et Facebook “Wine Terroir Adventure”, le motard Cristian Muñoz partagera les nombreuses tribulations qu’il vivra durant son parcours et la création de ce documentaire unique en son genre.

L’un des principaux objectifs de cette traversée consiste à visiter des domaines spécialisés dans les vins haut-de-gamme et production limitée, identifiés par le concept de terroir. Tout au long du trajet, dans chaque pays, journalistes et blogueurs spécialistes de vins, consommateurs et restaurateurs seront interviewés par Cristian Muñoz pour parler de l’importance du terroir et de la production de vins haut-de-gamme.

“Wine Terroir Adventure” passera par plus de 25 terroirs au Chili, en Argentine, en Uruguay, au Brésil, en Bolivie, au Pérou, en Equateur, en Colombie, au Vénézuela, au Mexique et aux Etats-Unis.

L’un des attraits de cette aventure réside dans l’organisation de dégustations de vin dans des endroits exotiques comme le salar d’Uyuni, les chutes d’Iguazu, Machu Picchu, le désert d’Atacama, le parc national Yosemite, etc. Le but est de renforcer le lien naturel entre la production de vin et le tourisme.

La campagne “Wine Terroir Adventure” est développée conjointement par Cristian Muñoz, PDG de Wine Adventure TV, et Maximiliano Morales, directeur général d’Andes Wines Communications, la première entreprise de marketing de vins en Amérique Latine avec plus de dix ans d’expérience.

Cristián Muñoz, qui sera le pilote de la moto, a une grande expérience à la fois du vin et des aventures à deux roues. Durant sa carrière dans l’exportation pour plusieurs vignobles du Chili, des Etats-Unis et d’Europe, il a parcouru 40 pays, et au cours des sept dernières années, il a réalisé plusieurs reportages vidéo aux Etats-Unis, en Europe et en Australie. C’est également lui qui a réalisé la fameuse campagne “Carmenere Adventure”, durant laquelle il a parcouru le continent américain pour promouvoir le vin chilien à travers le cépage le plus emblématique du pays.

Itinéraire de Wine Terroir Adventure:

http://www.andeswines.com/itinerario-wine-terroir-adventure/

site officiel: http://www.wineterroiradventure.com

Traduit par Thomas Poussard
Journaliste Freelance

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A polêmica das salvaguardas ao vinho brasileiro

Embora a discussão já tenha aparecido na mídia há algum tempo, foi com a publicação da Circular nº 9, de 14 de março de 2012, da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que a polêmica relativa à possível aplicação de salvaguardas ao vinho nacional realmente eclodiu com força, proporcionando acalorados debates na internet, inclusive em mídias sociais, como o Facebook.

Muito se fala a respeito, mas nem sempre fica claro o que está acontecendo. Afinal, o que são as tais “salvaguardas”? De uma maneira simples, pode-se dizer que são medidas que um país toma para proteger sua indústria interna em relação a prejuízos ou ameaças causadas por produtos importados. Uma matéria esclarecedora foi publicada no site da Revista Menu, que entrevistou a advogada Carol Monteiro de Carvalho, especialista no assunto. Ao ser questionada sobre quais seriam as medidas possíveis, ela esclareceu que “O primeiro ponto é o adicional no imposto de importação, que pode chegar ao máximo a 55% (hoje é 27%). O governo pode também adicionar um valor fixo a ser cobrado de toda importação de vinho, que pode ser por toda a caixa de vinho ou por garrafa. É possível também que o governo opte por estabelecer cotas para a entrada de vinhos importados no Brasil.”.

No entanto, a mesma Revista Menu obteve junto a Felipe Hees (diretor do Departamento de Defesa Comercial do MDIC) a informação de que, se houver a aplicação de salvaguarda, “ela será na forma de cotas para a importação de vinhos por países.”.

De qualquer modo, ainda não há qualquer definição se haverá ou não alguma salvaguarda. O que ocorreu com a publicação da Circular foi o desencadeamento de uma investigação que pode ou não levar a isso. Os interessados poderão se manifestar no curso dessa investigação. Esse processo teve início com a apresentação de uma petição pelas seguintes entidades: o Instituto Brasileiro do Vinho – IBRAVIN, a União Brasileira de Vitivinicultura – UVIBRA, a Federação das Cooperativas do Vinho – FECOVINHO e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul – SINDIVINHO.

Diante disso, neste momento, cabe analisar as razões contidas na petição, que foi apresentada em 1o de julho de 2011. Os argumentos fundamentais da petição, assim como o resultado da análise preliminar feita pela SECEX – o que motivou a instauração da investigação, podem ser verificados no anexo da Circular.

A principal linha de argumentação analisada diz respeito ao prejuízo causado à indústria nacional do vinho em virtude do aumento das importações de vinho (excluindo Mercosul e Israel) desde 2006, sendo que o incremento mais problemático teria havido a partir de meados de 2010, fruto, entre outros motivos, da crise financeira internacional que atingiu outros mercados. Entre 2006 e 2010, o aumento do volume importado foi de 56,3%, sendo que, apenas entre 2009 e 2010, o crescimento foi de 27,8%. Ainda entre 2006 e 2010, a participação das importações no mercado brasileiro do vinho subiu de 67,1% para 78,7%, enquanto a fatia do vinho nacional declinou de 32,9% para 21,3%. Uma série de outros elementos econômico-financeiros são analisados, com a conclusão de que existe “nexo de causalidade”(relação direta entre uma coisa e outra).

Pois bem. Os argumentos contidos na petição podem até fazer algum sentido, do ponto de vista econômico. Todavia, partem de uma premissa absolutamente equivocada: dar ao vinho a condição de commodity, pois as análises são feitas sob o prisma quantitativo e nunca qualitativo. Tratar o vinho como trigo, bauxita ou minério de ferro só pode levar a uma conclusão irremediavelmente errada. A “similaridade”, atributo indispensável para se requerer a adoção de salvaguardas, tem que ser vista com extrema cautela quando o assunto é o vinho. Um fusca é “similar” a um Maserati ou a um Aston Martin. Afinal, os três tem rodas, pneus, e motor. Tamanha a obviedade do absurdo da comparação que se mostra desnecessário continuar o raciocínio.

Esse tratamento de commodity fica evidenciado num trecho de uma reportagem da Folha, em que “Os produtores nacionais afirmam que não existe chance de o mercado brasileiro ficar desabastecido com a restrição de importações.”. Desabastecido??? Imagine que, uma vez aplicado regime de cotas, você deixe de encontrar um determinado Barbaresco. Então, vai bastar você substituí-lo por um vinho da Serra Gaúcha produzido com Nebbiolo! Claro que estou fazendo uma piada de mau gosto. Trata-se de um singelo exemplo para mostrar que não se pode abordar esse assunto apenas pelo viés da quantidade. E não se trata de “melhor” ou “pior”. Quem tem mínima noção sobre vinho, sabe que eles são simplesmente diferentes entre si, considerando-se a origem. A riqueza e o encanto do vinho derivam justamente disso! E a “substituição” não é, portanto, algo tão singelo. Se a petição tivesse sido feita por entidades alheias ao mundo do vinho, haveria o benefício da dúvida. Vinda de onde veio, a omissão não pode ser encarada como mero esquecimento.

Outro “esquecimento” relevante diz respeito à produção nacional de espumantes, que cresceu nada menos que 40,7% entre 2005 e 2010, em volume. A sabida qualidade desse tipo de vinho, aliada a preços competitivos contribuíram decisivamente para que isso acontecesse. Se a mesma coisa não ocorreu com os demais tipos de vinho, os esforços devem ser empreendidos para que também ocorra. A desoneração tributária já seria um bom começo. Restringir a importação de vinhos, seja por meio de aumento de impostos ou pelo estabelecimento de cotas parece que vamos apenas “tirar o sofá da sala”.

Um ponto contido na petição diz respeito a uma série de melhorias prometidas pelas entidades, caso sejam adotadas as salvaguardas. Vão desde “Reestruturação competitiva do segmento produtor de vinhos finos brasileiros” até “Programa de Promoção e Marketing”. O primeiro soa mais como uma confissão da evidente falta de competitividade. Quanto ao segundo, será necessária uma “fábula” de dinheiro só para desfazer o estrago que essa petição fará à imagem do vinho nacional. Afinal, não conheço consumidores que gostam de ser coagidos a consumir determinado produto. Para se ter uma idéia, já circulam na internet movimentos apoiando boicote aos vinhos nacionais em virtude da “feliz” iniciativa dos produtores brasileiros. Particularmente, acho que somente com a adesão de atacadistas, supermercadistas, lojistas e restaurantes um boicote pode fazer algum efeito. Se isso realmente ocorrer, os produtores nacionais terão trocado uma leve cefaleia por uma asfixia potencialmente fatal.

Também há uma petição pública contra as medidas de salvaguarda.

Diante de todo esse quadro, resta saber o que ocorrerá ao fim da investigação. Como consumidor de vinhos, torço para que não se adote qualquer salvaguarda. Caso sejam adotadas, a torcida é no sentido de que sejam as menos deletérias.

POSTADO POR GUILHERME LOPES MAIR

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LA VERDAD DEL REGISTRO ELECTORAL

He escuchado en innumerables ocasiones que inscribirse en los registros electorales no aporta nada. He escuchado frases como: “No estoy ni ahi”, “Mi voto no influye en nada”, “¡¿Qué gano con inscribirme si no habrá ningún cambio?!” “La política no me interesa”. Pues bien, mi intención en este blog es, que como extranjero inscrito en el Registro Electoral, explicar a grandes rasgos, que la participación de las personas SI genera un cambio.

La campaña que dirijo, Sigue a la Cigüeña: Participa Chile, busca gratificar, antes del bicentenario, a los ciudadanos por su participación activa. Ésta no tiene fines políticos, creada en la Región del Bio Bío para Chile y se basa en ejercer la Responsabildad Social Empresarial y es por eso que me siento en la obligación de enfatizar la importancia de estar inscrito en el Registro Electoral porque es la forma de participación ciudadana que nos da la ley.

Si calificamos el trabajo para motivar la participación ciudadana, la nota sería bastante mala ya que desde las primeras elecciones presidenciales hasta la fecha el número de no inscritos ha aumentado un 450% ( Fuente: Servel). Ésto se debe principalmente a dos razones:

La primera es la nula modernización del proceso de inscripción. Por ejemplo, el SII, en los últimos 15 años, ha experimentado unos avances tecnológicos notables, acordes a las exigencias y necesidades del siglo XXI. La inscripción en el Registro Electoral sigue con los mismos métodos que en su origen: No puedes inscribirte en cualquier Junta Inscriptora; es obligatorio votar; no puedes votar en cualquier colegio electoral del país; etc; a esto se une de la falta de recursos para transmitir información y renovar los sistemas computacionales.

La segunda es la disconformidad de las personas frente al trabajo de los políticos. La ausencia de responsabilidad ante los fracasos políticos (gestión, medidas sociales, económicas, etc.) ha creado un halo que salvaguarda a los políticos y crea un ambiente de impotencia en los ciudadanos. En realidad, la situación debería ser bien distinta. Los ciudadanos son los encargados de tener buenos gobernantes. Más aún, su labor consiste en exigir buenos programas, personal capacitado que los ejecute y responsabilidades en caso de no cumplimiento. Pero lo cierto es que la mayoría de la población no es consciente de este cometido, y eso los políticos lo saben. Por eso se suben el sueldo por unanimidad cuando lo estiman oportuno, imponen candidatos en las Regiones que no son de allí y no conocen sus necesidades o pasan 10 años sin aprobar el Proyecto de Ley para la inscripción automática, el sufragio voluntario y voto de chilenos en el extranjero (Boletín N° 6.418-07).

Para mejorar las personas inscritas en el registro electoral, la forma más fácil para aumentar el número de personas que sean ciudadanos es la inscripción automática, lo cual supondría un incremento del 40% aproximadamente y un ahorro sustancial de los recursos públicos. Sin embargo, se desarrollan campañas. Las que se han realizado en los últimos años (y las que se realizan actualmente) tienen un sesgo político y buscan que las personas voten a un candidato.

Analizando por ejemplo, la última campaña para motivar la inscripción en el registro electoral: “Yo voto, yo tengo poder” va dirigida a personas entre 18 y 29 años, que representan al 60% de los no inscritos (Fuente: INE y SERVEL) y que se lanzó quedando solamente 42 días (14 % del tiempo disponible para incentivar la inscripción desde las ultimas elecciones). ¿Por qué no consideran al resto de la población? ¿Es que no tienen derecho a participar?, ¿Por qué empezaron tan tarde?. La respuesta es que se guían por las encuestas de intención de votos, por eso lanzaron la campaña en esa fecha y dejanron fuera de la campaña al 40 % de los no inscritos. Si el Gobierno quiere incentivar a una población participativa, debería redoblar sus esfuerzos en lograr que el resto de los grupos etáreos se inscriba, todos somos habitantes de Chile.

¿Porque inscribirse entonces en el registro electoral? Porque el registro electoral son los ciudadanos chilenos los cuales pueden participar activamente en la sociedad, porque queremos cambiar el sistema actual, porque los ciudadanos son los “jefes” de los políticos, porque queremos mejores gobernantes, porque somos participativos, alegres, constructivos, porque nos importan lo que nos rodea, porque somo solidarios, etc. Por eso te animo a participar. El sistema se cambia desde dentro y la manera de ir hacia algo mejor es seguir los pasos que actualmente dicta la legislación chilena. El primero es inscribirse en el registro electoral.

La participación de las personas SI genera un cambio, es un hecho histórico, en el 88 con el plebiscito, en el 93 con las primeras presidenciales, en el 2005 con la primera Presidenta, 2010 cambiar el sistema electoral, supervisar las promesas y su cumplimiento, exijir responsabilidades mejorando así nuestros gobernantes.

Es importante que las empresas, practiquen su Responsabildad Social Empresarial, ayudándonos a motivar a la gente a inscribirse en los registros electorales, a participar de las decisiones de las autoridades, a generar cambios, a mejorar la sociedad, a ser participativos. Participa Chile, busca mostrarle a las personas que votar no es malo, que trabajando en equipo se logran metas, que si hay cosas que no me gustan las puedo cambiar.

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VIÑA GEISSE – BRASIL – EL SUEÑO

Mais que um vinho é um sonho da família Geisse em busca do autêntico terroir.

O primeiro lote do vinho conceito El Sueño, elaborado pelo respeitado enólogo Mario Geisse, começa a ser comercializado pela Viña Geisse em maio de 2008. Trata-se do Carmenère El Sueño, elaborado a partir de um terroir especialmente escolhido na região do Valle de Colchagua, Chile.

El Sueño não é apenas um vinho, é um projeto da família Geisse, que envolve a elaboração de vinhos por meio da escolha criteriosa do melhor terroir em diferentes partes do mundo, específico para cada variedade de uva. Este novo conceito de produto terá continuidade através de outras regiões que já foram determinadas.

Para os próximos anos, os escolhidos são: Malbec (Argentina), Cabernet Sauvignon (Chile), e as variedades Chardonnay/Pinot Noir (Champagne/França) para elaboração do champagne em parceria com a família Dummont, que estará disponível daqui a três anos.

Esse projeto busca uma afirmação ao verdadeiro conceito de Terroir, o qual será conduzido pessoalmente por Mario Geisse e Carlos Abarzua.

O volume de produção dos vinhos El Sueño terá como referência a extensão média de 5 hectares do terroir escolhido em cada região, o que gera um volume aproximado de 4.800 caixas.

VINUM ANIMI SPECULUM – Um papo sobre vinhos

O que é um vinho “reservado”? / A miríade de vinhos disponíveis nas prateleiras de supermercados e lojas especializadas chega, por vezes, a confundir o consumidor, que não saber sequer por onde começar na hora de escolher a garrafa que irá adquirir. Muitas pessoas buscam alguma informação sobre vinho, seja por meio de cursos ou revistas especializadas, para minimizar esse problema. Pessoalmente, posso dizer que essa situação foi um dos fatores que me levou a tentar obter algum conhecimento sobre o assunto. Mas seria essa grande variedade de vinhos (que, a rigor, é benéfica) a única responsável por essa dificuldade na escolha? Creio que não!

Como se não bastasse a falta de padronização das inscrições contidas nos rótulos, existem pessoas que contribuem decisivamente para o agravamento desse tipo de problema. Há alguns dias, presenciei um fato emblemático. Foi numa conhecida loja de vinhos. Um senhor, visivelmente “perdido” em meio às dezenas de vinhos chilenos oferecidos na seção, buscou aconselhamento junto a um dos empregados do estabelecimento, que o indicou um dos “sommeliers” da loja. Foi aí que começou o (des)serviço ao vinho. Fazia tempo que eu não ouvia uma “pérola” como a que foi dita pelo “sommelier”: “leva esse aqui, porque ele é ‘reservado’ e aquele outro é só ‘varietal’.”. Fica evidente o desconhecimento por parte do “sommelier”. E por que? Vamos por partes.

O que significa “reservado”? É algo diferenciado, melhor do que o regular, certo? Errado! Pelo menos no que diz respeito aos vinhos. Os vinhos que comumente vemos nas prateleiras dos supermercados com esse termo são chilenos, inclusive de vinícolas famosas. E são justamente os vinhos “de entrada”, ou seja, os mais simples de cada. Portanto, apesar de dar essa impressão de algo especial, são o oposto disso. E “varietal”? Esse termo, no meio vinícola, é usado para se referir a um vinho feito com uma determinada espécie ou, pelo menos, com um percentual majoritário dela (pela atual legislação brasileira – desde 2004, para ser mais exato – ele precisa conter, pelo menos, 75% daquela variedade. Em outros países, esses percentuais variam). Há, ainda, algumas vinícolas que usam essa denominação para sua linha de vinhos mais simples, observando esse aspecto de predominância de um cepa específica. Mas comparar “reservado” com “varietal” não faz o menor sentido. E o pior: no caso que presenciei, o dito “varietal” tinha uma qualidade superior ao “reservado”. Além de tudo, o “reservado” também era “varietal”…

Mas se o termo “reservado” não significa nada, por que motivo as vinícolas o utilizam? Bem… somente elas poderiam responder com segurança. Mas tudo indica que há questões mercadológicas envolvidas, pois esse potencial para confundir o consumidor pode trazer, digamos, “frutos”. E não há qualquer regulamentação a respeito. Dessarte, o uso do termo se dá ao alvedrio do produtores. E o vinho “reserva”? Aqui, sobretudo no que diz respeito ao “novo mundo” (produtores não europeus), a coisa é complicada! Normalmente, as vinícolas utilizam “reserva” para designar seus vinhos médios ou superiores. De fato, boa parte desses vinhos, se comparados com os outros da mesma vinícola, que não ostentem tal denominação, são melhores mesmo. No entanto, não há padronização: um vinho “reserva” pode tanto ser um que passa por estágio de 3 meses em barricas de carvalho americano como um que passa por 12 ou mais meses em carvalho francês. Já na região espanhola de Rioja, por exemplo, a conversa é outra: para poder usar o termo reserva, o vinho deve, obrigatoriamente, ter estagiado por 12 meses em barricas e ainda ficar, pelo menos, mais 24 meses na garrafa antes de poder ser comercializado. Portanto, cuidado! Procure se informar antes de comprar o vinho!

Convido você a visitar meu blog: http://www.umpaposobrevinhos.com.br

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VINUM ANIMI SPECULUM – Um papo sobre vinhos

Gosto e Poder: vinho, cinema e a busca dos prazeres: Este é o título do livro escrito por Jonathan Nossiter, nascido nos EUA, criado entre a França, Itália, Índia e Inglaterra, tendo se naturalizado brasileiro. Atualmente, mora no Rio de Janeiro, com sua esposa, que é brasileira.Cineasta, seu filme mais conhecido no Brasil – ao menos entre os enófilos – é chamado “Mondovino” (também houve uma série de TV, exibida no Brasil pela Rede Bandeirantes).

Embora Nossiter proclame, já no início do livro, não se tratar de uma cotinuação de “Mondovino” em outra linguagem, é inegável que as opiniões contundentes e a irreverência guardam muita semelhança com o “espírito” do filme.

Como o próprio título sugere, o autor mescla suas duas paixões, quais sejam, o vinho e o cinema. E, para aqueles que, apesar de gostarem muito de vinho, não são versados em cinema (este é o meu caso), a parte inicial do livro pode assustar e mesmo trazer um certo desânimo em prosseguir com a leitura, pois as analogias empregadas por Nossiter envolvem obras de diretores/cineastas como “Ira Sachs” e “Wong Kar-wai” (isso só para citar dois deles). Causa certa estranheza algo que poderia ser definido como um “existencialismo filosófico” atrelado à figura do terroir. Um capítulo com o inusitado nome de “Por que não somos cachorros” também pode afugentar leitores menos persistentes.

Com todas essas “qualidades”, faria sentido persistir na leitura? Eu persisti e posso dizer, seguramente, que vale a pena. Digo isso porque, não obstante esses aspectos menos agradáveis da leitura, Nossiter aborda o mundo do vinho de uma maneira ácida e enfática. Concordando ou não com as opiniões dele (concordo com a maior parte), é improvável que o leitor fique indiferente. Um pequeno, mas emblemático, exemplo de que a leitura se revela gratificante aparece ainda na apresentação, quando, ao falar do “enologuês”, Nossiter analisa o comentário de Harvey Steiman,da revista Wine Spectator, para um vinho do estado de Washington, de 115 dólares. Steiman assim o descreveu: “é intensamente aromático e transbordante de fragrâncias e sabores de amora e groselha, matizado com toques de expresso e chocolate contra taninos um tanto areentos. Uma nota de carne confere maior profundidade, enquanto o retrogosto persiste, em oposição aos taninos. Melhor a partir de 2010 até 2017.”. Nossiter sentencia: “Quer dizer que nosso considerável investimento nos renderá uma refeição substancial, se não completa, começando com coquetel de frutas, passando por uma carne misteriosa e terminando com sobremesa de chocolate e café? Tudo isso com um prazo de validade determinado matematicamente, um exercício tão científico quanto calcular a expectativa de vida de uma criança de dois anos.”

E o livro ainda traz abordagens mais sérias e profundas. Uma delas reside na análise “cru” e perspicaz acerca do “Julgamento de Paris” (uma prova de vinhos realizada na capital francesa, no ano de 1976, em que foram comparados, às cegas, vinhos franceses e californianos). Robert Parker (mais influente crítico de vinhos da atualidade), como não poderia deixar de ser, é alvo frequente da desaprovação de Nossiter, do mesmo modo que fez em “Mondovino”. Mas o livro ainda pode ser encarado, em certa medida, como um “guia” – muito pessoal, é bem verdade – de vinhos da Borgonha (o autor deixa transparecer sua predileção) e de outras regiões e, ainda, de bons lugares para se comprar ou beber vinho em Paris. Outro aspecto interessante reside nas longas conversas travadas por Nossiter com produtores de vinho e restauranteurs.

Em suma, “Gosto e Poder” revela-se um livro irriquieto e polêmico, mas, acima de tudo, autêntico e peculiar.
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Vinos Chilenos: Do you want to help Chile?

Sebastián Perez-Canto Orellana desde Japón

O DEBATE DAS CEPAS

angryAs cepas se trançavam em uma disputa de nível vergonhoso. Baixo. Não discutem ideias, senão que se insultam. Não vem o tronco que subjaze baixo a folhas. O Vinhedo está infestado de intrusos. As falsas aranhinhas da videira e os burrinhos da macieira não deixam escutar a voz do mediador. Todo é caos nesse debate que definirá a próxima eleição da cepagem no Chile. Os nematódeos não emitem palavra alguma. Se mantém agasalhados. Ocultos. Não perseguem um ideal político. Simplesmente protestam contra um sistema que os exclui, margina, e livram uma soterrada luta contra os porta-enxertos que tentam manter o ordem. Por Eduardo Brethauer.
No meio desse confuso ambiente, o Carménère abre os fogos.

-Seu tempo já passou – enfrenta a um surpreendido Cabernet Sauvignon. Governou os campos chilenos durante décadas e não logrou se posicionar mais arriba do seu nariz. Hoje é meu turno de mudar as coisas.

- E como pensa liderar as nossas exportações se não tem experiencia alguma? Você é um aparecido.

- E você é uma cepa ancilosada e chata.

- A gente não e boba. Você é uma cepa que só quer poder. Oportunista!

O mediador deve intervir.

-Acabou o seu tempo, Cabernet. Repito, acabou seu tempo. Deixemos falar aos outros candidatos.

- Quero deixar bem claro que meu estilo não são as desqualificações – interrompe o Merlot. Todos temos que remar para o mesmo lado. Acredito em uma vitivinicultura onde cada cepa tem seu espaço. Onde…

- Você não existe! – Interrompe o Carménère.

O Merlot acusa o golpe e pede água. Está desidratado.

- Todos vocês representam o passado de um Chile que já ninguém quer. Na minha qualidade de estrela de cine, chamo às pessoas a acreditar na minha candidatura, a se atrever por um novo estilo de fazer política – diz o Pinot Noir.

- Cala a boca, macilento – murmura o Cabernet Sauvignon.

- Justamente acredito em um país onde não importe a origem, onde não importe a cor…

- Como que não lhe importa a cor? Então, por que está reclutando candidatos de outras cepas para formar a sua lista parlamentária?- intercede o Carménère.

- Porque acredito na diversidade, em uma vitivinicultura onde não haja nem ricos nem pobres, onde todos tenham cabida em Wines of Chile, onde os pequenos tenham os mesmos direitos que os grandes…

- Você é um moleque. Uma coisa é propor e outra muito distinta é governar – responde o Cabernet Sauvignon.

O mediador pede que o Cabernet e o Carménère não monopolizem a palavra.

Acho que é hora de nós: as cepas brancas. Já demonstramos do que somos capazes. Temos contribuído a mudar a imagem da nossa vitivinicultura, refrescamos a forma de fazer política… mas, por outra parte, ainda temos muito por avançar…. continuamos pegas em um mundo onde as cepagens tintas alcançam as maiores puntuações, os maiores preços…

- Proponho oferecer mais barrica e menos chips… mais fruta e menos madeira…- o Carménère faz ouvidos surdos às palavras da Sauvignon Blanc.

- Demagogo- gritou outra cepa tinta que tinha guardado silencio.

- E a você quem a deixou falar? Primeiro defina-se. O que se crê? Um afrancesado, australiano ou chileno? Syrah ou Shiraz?

- Ei, não esqueçam de nós – reclama o Carignan. Por muito tempo nos trataram como se fossemos o pátio traseiro da vitivinicultura chilena. Ninguém acreditou no nosso potencial. E agora que querem votos, que estão desesperados por mostrar uma imagem mais nítida e diversa no exterior, lembram-se dessas idosas parreiras que despreciaram. Têm uma dívida histórica conosco.

- Prometo saldar essa dívida progressivamente e dar-lhe um bônus aos países que queiram ser enxertados.

- Populista – grita o Pinot Noir.

- Proponho um governo de unidade – expressa uma mistura tinta.

- Não é uma má ideia – replicam os outros candidatos .

- Estou de acordo – afirma o Cabernet Sauvignon. Mas eu sou quem deve governar a mistura.

Os nematódeos são os únicos que celebram.

Publicado originalmente em http://www.brethauer.cl e autorizado para ser incluído em Andes Wines por Eduardo Brethauer, editor de Vitis Magazine.
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Translated by César Gonzalez Fernandez.

Vaynerchuk: Os produtores de vinho deviessem usar mais o Twitter

Vaynerchuk_Gary_2008 Os produtores de vinho “estão escondendo suas cabeças como uma avestruz”, respeito de comunicar-se com os seus consumidores – escutou-se em uma conferência. O implacável dono de US Wine Library TV, Gary Vaynerchuk, disse à audiência na conferência Winefuture em La Rioja que os produtores de vinho são preguiçosos porque deixam em mãos dos comerciantes falar aos seus consumidores em vez de fazê-lo eles mesmos. Por Rebeca Gibb em La Rioja (Espanha).
Além disso, reprochou aos produtores por não tirar proveito dos sites de comunicação social como o Facebook e o Twitter para se comunicar com seus consumidores.

“Me importa uma merda o Facebook e o Twitter, mas estou interessado nos consumidores”, disse Vaynerchuk aos líderes das indústrias do vinho.

“Deviessem estar envergonhados por não reconhecer que essa plataforma lhes permite se contatar com os seus clientes”.

Vaynerchuk assegurou que o fato de haver compreendido que o serviço ao cliente é o mais importante foi seu único atrativo comercial – não a sua fantasiosa loucura.

“As pessoas creem que wine library TV foi um sucesso porque estou louco e tenho brinquedos na minha mesa, mas muitas pessoas não gostam disso. Não sou o mais educado, mas sou apaixonado e preocupado. O que está se perdendo é o serviço e a preocupação pelo cliente.

Ryan Opaz de Portugal e os especialistas espanhóis de Catavino parafrasearam a Vaynerchuk, ao dizer aos delegados que “ou escondem suas cabeças como avestruzes ou tiram proveito da Internet”.“Não importa o que achem dela. É poderosa e importante”, advertiu.

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INICIAM REGISTRO DIGITAL DE TESES DE VITIVINICULTURA E ENOLOGIA

andes_logo_site_1 Com o objetivo de indexar as teses e estudos relacionados à vitivinicultura e enologia mundial, a empresa de marketing vitivinícola AndesWines.com realizou uma convocatória a todos os profissionais formados e universidades do ramo dos vinhos a ser parte do primeiro registro on-line de teses de vitivinicultura e enologia. A iniciativa nasce no marco da Rede internacional de Universidades do vinho –WUN (Wine University Network), que iniciou suas operações o ano passado. Seu objetivo é integrar a todas as instituições e entidades que tenham programas em torno ao vinho para gerar um melhor intercâmbio de informação. Mediante esse registro de teses de vitivinicultura e enologia, pretende-se gerar grandes oportunidades de desenvolvimento de novos estudos e pesquisas que sejam traspassáveis à indústria do vinho de maneira mais rápida. Assim, vai se evitar que importantes descobrimentos fiquem nas bibliotecas das universidades.
Essa semana começou o contato com todas as universidades que dão aulas de agronomia e a especialização de enologia a nível Iberoamericano, para continuar a próxima semana com a Comunidade Europeia, os Estados Unidos e a Oceania.

Os resumos das teses serão publicados nos idiomas que sejam enviados em http://www.andeswines.com, instaurando assim o primeiro registro on-line de teses de vitivinicultura e enologia de livre aceso aos usuários. Apesar que o site é de origem chileno, chega a mais de 95.000 subscritores em 12 países em português, inglês, italiano e espanhol.

Os requisitos para os agrônomos e enólogos interessados em participar são enviar um arquivo Word com o resumo de duas páginas máximo, indicando o nome, profissão do titular e Universidade onde obteve seu diploma. Também deve assinalar seu correio eletrônico, que deve ser enviado a andes@andeswines.com
Os países que foram convocados são a Africa do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Canada, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Itália, Nova Zelândia e Portugal.

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EX-JORNALISTA DE CERVEJAS DO NEW YORK TIMES SE UNE A ANDESWINES.COM

John_Holl_Site Depois de quase nove anos desenvolvendo um intenso processo de internacionalização sobre vinhos, o site AndesWines.com ampliou seu conteúdo abrindo espaço para as cervejas graças à incorporação do reconhecido jornalista norte-americano John Holl. Ele trabalhou por mais de quinze anos cobrindo temas desde a política até a agricultura nos Estados Unidos. Holl desenvolveu sua carreira principalmente no New York Times, cobriu a catástrofe e o ataque terrorista ao World Trade Center no dia 11 de setembro.
Alem disso, escreveu em Forbes Auto, The Newark Star-Ledger, The Indianapolis Star, Cosmopolitan, Scholastic Administrator, New Jersey Life, dentre outras publicações. John Holl se formou na Seton Hall University, e um de seus pontos fortes é escrever sobre cervejas norte-americanas e temas relacionados a bebidas alcoólicas para o New York Times. Graças a esse novo colunista, Andeswines.com iniciou definitivamente uma nova etapa, que faz desse site o único na América Latina em ter um correspondente norte-americano em cervejas.

Dos Estados Unidos, quinzenalmente, Holl publica uma coluna exclusiva onde explora as novas tendências dos gigantes e pequenos produtores de locais, para conhecer as pessoas que estão por trás da criação e da produção e que dão paixão e amor aos seus produtos.

As colunas de John Holl podem ser lidas na nossa seção em inglês.

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O NEGÓCIO DOS RESTAURANTES DÁ EMPREGO A MAIS DE 320 MIL PERUANOS

john_santa O número de empregos na atividade de restaurantes somaria 320 mil nesse ano no Peru, o que significaria um avanço superior a 39% com respeito ao registrado em 2007, informou hoje a Sociedade Peruana de Gastronomia (Apega). De acordo com um relatório feito pela consultora Arellano Marketing e que foi solicitado pela Apega para conhecer a importância do setor gastronômico no país, somente no caso de Lima 188 mil pessoas trabalhariam na atividade dos restaurantes em 2009. Por John Santa Cruz desde o Peru.
 
“Essa cifra significaria um avanço importante, pois em 2007, quando o tema gastronômico estava sendo impulsionado, eram 135 mil limenhos que trabalhavam nessa atividade”, detalha o documento. De igual maneira, sustenta que apesar da importância e do crescimento do ramo nos últimos dois anos, este mostra poucos níveis de formalidade, o que deve ser atacado de maneira contundente para assim também poderem assegurar a qualidade dos produtos que são oferecidos.

Ele indica que a média de trabalhadores por restaurante no Peru ascende a 4.75 com uma taxa constante de crescimento no ramo de Restaurantes e Hotéis de quase 18%. A maioria das pessoas que trabalha no ramo de restaurantes (62%) alcançam somente o nível de educação secundária, 28% têm educação superior não universitária, e 10% universitária

Atualmente o salário médio na atividade de restaurantes no Peru é de 740 soles, já em Lima a média alcança 800 soles.
Finalmente o documento afirma que as cifras da contribuição dos restaurantes são frequentemente associadas aos serviços de hospedagem, por compartilhar características similares.
Tendo em conta esse detalhe, em 2007 se estimava que o ramo de restaurantes e hotéis teria uma participação de 3,7% no Produto Bruto Interno (PIB) global, e se acredita que essa porcentagem possa crescer muito nos próximos anos.

Por John Santa Cruz desde o Peru.

http://blogs.periodistadigital.com/entrefutbolyvinos.php

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ELABORAÇÃO DE UMA CARTA DE VINHOS EM UM RESTAURANTE

eugenio_foto_1 O sommelier chileno, Eugênio Garcia, elaborou um guia básico para a Andes Wines nomeada “Elaboração de uma carta de vinhos em um restaurante”, orientado aos donos de restaurantes. Este guia ressalta a importância da carta de apresentação de vinhos, reflexo da apresentação do bufê. À hora de ir a um restaurante, seja uma ocasião familiar, seja em casal, seja a hora do almoço ou do jantar, sempre está latente o detalhe de se ter uma excelente noitada. O vinho que vai ser servido na mesa deve ser o correto para a ocasião. Para muitos, esse detalhe, passa a ser um fator de grande importância na hora de escolher onde sentar-se para comer, já que se preocupam que o lugar esteja à altura da ocasião, seja de qualidade, como seus vinhos.
 
García faz uma reflexão do desenvolvimento vitivinícola que o Chile tem experimentado há vários anos e afirma que o tema do vinho é de grande importância nos restaurantes. E ainda mais nessa época onde esse mercado tem crescido e se posicionado no papel de protagonista, em âmbito nacional e internacional

Apesar de no seu documento original enfatizar com grande ímpeto de que não pretende em nenhum caso ditar uma cátedra sobre a matéria, somente proporciona informações e considerações gerais para obter a aprovação do público que assista ao restaurante.

Dentro das considerações gerais da carta de vinhos, esse especialista cita certos requisitos imprescindíveis, como:

“Sua apresentação e seu formato deve ser atrativo ao cliente, tanto no desenho quanto nos materiais utilizados, pois terminam identificando o local e quem desenvolveu a carta. Deve ser bem ordenada, limpa e sempre em perfeitas condições. Não deve ter correções, erros, manchas ou erros de ortografia. Deve ser acessível, de fácil leitura, evitando intimidar o cliente. Deve estar atualizada, é dizer, refletir fielmente os vinhos que temos disponíveis na nossa cava, exceto algumas prudentes e ocasionais ausências O ideal é que se permita substituir facilmente alguma de suas páginas, caso algum vinho tenha se descontinuado ou exista alguma mudança nos preços”.

Segundo o sommelier chileno, outros fatores a considerar na hora de elaborar a carta são o estabelecimento e a sua localização, já que depende muito do ambiente do local para selecionar que vinhos oferecer e a que tipo de público está orientado.

Isto está intimamente relacionado com a Maridagem, já que deve haver uma perfeita relação entre a comida e o vinho. Dependendo do tipo de comida que o restaurante oferecer, por sua vez vai depender do tipo de vinho que oferecem.

Também estão os fatores relacionados diretamente com o vinho em si, o estoque, já a que “a seleção de vinhos deve cumprir alguns parâmetros de relação Preço/Qualidade coerentes com o estilo do restaurante”. Dentro desta seleção encontramos vinhos de preços baixos e elevados.

A variedade de vinhas é um detalhe importante, já que deve ter as vinhas tradicionais, mas sem deixar de lado as vinhas emergentes, que oferecem produtos inovadores e exclusivos aos seus consumidores.

Todo restaurante também deve possuir o vinho da casa, que muitas vezes não se sabe se é o vinho de preço mais popular ou se são todos os vinhos, sem privilegiar nenhum.

Todos os vinhos, sejam da casa ou não, devem possuir uma conservação, tendo em conta requisitos mínimos como: ausência de luz, sem odores contaminantes, temperatura fresca e estável, que a garrafa esteja deitada, com umidade relativa de 80% e, por último, que não sejam movidos sem necessidade.

Em relação à carta em si, deve ter como mínimo informação detalhada do vinho a degustar, como por exemplo: o nome da denominação de origem ou zona de produção, o nome do vinhos e da adega, o tipo de vinho: branco, rosado ou tinto; a safra ou o ano da colheita e do preço.

Alem disso, a própria carta tem vários modelos, como por exemplo a Carta álbum:

Muito comum nos restaurantes, caracteriza-se por ordenar cada página de maneira independente, destinando-lhe uma região, uma cepa ou um tipo de vinho. Também encontramos a Grande Carta e a Carta Sabot. Na primeira os vinhos estão descritos de forma muito simples e na segunda com muito detalhe, o que a torna muito confusa para o leitor.

Por último, García menciona a importância que tem o pessoal que trabalha nos restaurantes, já que afirma que deviesse haver mais sommeliers trabalhando nos bufês do Chile, já que abundam os garçons ignorantes em relação aos vinhos que oferecem no local.

García através do seu artigo tem por finalidade que se conheça a importância real que possui o vinho no mercado nacional nos últimos anos e no ramo dos restaurantes. Para isso ressalta a importância e a evolução das cartas de vinho dos restaurantes.

Em uma parte de seus artigos diz: “Desenvolveram-se com bastante lentidão em nosso mercado, pois há apenas cinco ou dez anos somente se falava de “Tintos e Brancos”“.

Editado por Rienzi Figueroa

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O NEGÓCIO DO VINHO OLHA PARA OS NOVOS “TERROIRS DO SUL DO CHILE”

vinedos_wines_projects A indústria vitivinícola a nível internacional está em um momento de profundas mudanças devido a muitas razões como a baixa do consumo, o excesso de oferta de vinhos baratos e a concentração do mercado. Esses fatos têm requerido vinhos de melhor qualidade a preços mais convenientes que nem todos os países estão em condições de produzir. Com isto soma-se a constante alta nas temperaturas das atuais zonas vitivinícolas, fato que gera vinhos com maior grau alcoólico o que não é bem recebido pelos consumidores. Essa situação motivou os investidores vitivinícolas a buscar novas zonas para a produção de vinhos como as ribeiras dos rios Bío Bío, Itata e Malleco, onde atualmente se estão desenvolvendo diversos empreendimentos vitivinícolas nas zonas de Bulnes, Cabrero, Laja, Quitralmán ou Mulchén.
 
Essa procura está motivada pela necessidade de produzir em setores geográficos que tenham certas condições de solo e clima, o que unido às técnicas de gestão e vinificação do enólogo consigam obter vinhos com uma tipicidade única – Vinhos Terroir – que permita dar uma maior complexidade aos vinhos e, desta maneira, surpreender o mercado internacional do vinho.

Neste contexto, as regiões do Bío Bío e a Araucanía, graças à próxima implementação do Centro Tecnológico do Terroir e do Vinho, alcançarão se insertarem de forma integral no mundo do vinho graças a um esforço transversal do setor público privado que está comprometido com essa iniciativa.

As condições agroclimáticas e do solo da zona sul para a produção de vinho são aptas para produzir vinhos de excelente qualidade. Unido às técnicas de vinificação e de marketing vitivinícola, nos oferece uma grande oportunidade para projetar e desenvolver uma indústria do vinho saudável e com preços por garrafa acima da média nacional.

O grande desafio da Região do Bio Bio é alcançar uma real reconversão dos setores rurais vitivinícolas de uma produção de vinhos correntes a uma de vinhos de qualidade, graças ao reenxerto ou a plantação de cepas finas como Pinot Noir, Sauvignon Blanc, Gewürztraminer ou Malbec.

Um fator preponderante será a comunicação com países estrangeiros graças à aliança de cooperação entre a Faculdade de Agronomia da Universidade de Concepción e a Universidade de UC Davis da Califórnia. Esta aliança proporcionará o conhecimento e apoio técnico para implementar projetos como a micropropagação de material genético – estacas de videiras de Pinot Noir e outros – que serão plantados nos setores mais aptos para a produção de vinhos de qualidade Premium.

Exclusivo da AndesWines.com

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NO BRASIL, 100 ANOS DE HISTÓRIA DA VINÍCOLA SALTON

salton_1 Guiados por Lucindo Copat, Diretor Técnico da Vinícola Salton, visitamos uma das adegas com maior tradição vitivinícola da zona de Bento Gonçalves na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul. É impressionante a grandiosidade da construção e do excepcional cenário em todos os recantos que percorremos. Conheçamos mais desta adega que tem como missão produzir vinhos saudáveis e de qualidade Premium, além de espumantes e suco de uva para que os seus consumidores tenham a máxima satisfação. AndesWines.com desde o Brasil. 
O grande compromisso que toda a equipe de Salton sente é palpável em cada uma das pessoas que encontramos no nosso percorrido já que uma das principais fortalezas radica no fato da adega estar aberta ao público. Graças a isso, recebe milhares de visitantes que degustaram o vinho no Brasil e no estrangeiro e que foram à adega para conhecer a origem e a forma de se produzir os vinhos.

Salton foi criada em 1929 quando Paulo e seus irmãos Ângelo, João, Cezar, Luiz e Antônio Salton conseguiram dar-lhe vida e formalizaram o negócio do seu pai.

Nesse desafio iniciaram a profissionalização da operação e da adega. Cultivaram videiras e iniciaram o negócio do vinho a partir dos espumantes e do vermouth com o nome de “Paulo Salton & Irmãos” no centro de Bento Gonçalves.

Quase cem anos depois, Salton alcançou a consolidação se tornando uma das principais adegas do país com uma trajetória de mais de 98 anos de operação.

A Vinícola Salton foi e continuará sendo uma adega familiar que usa capital próprio e está nas mãos da terceira geração. Proximamente a quarta geração tomará o controle, já que estão formando parte das decisões e das estratégias.

Atualmente é a principal produtora de “sparkling wine” do Brasil, e por quarto ano consecutivo é a número um em vendas de espumantes.

A adega se destaca pela grande capacidade de continuar investindo em tecnologia nova e capital humano, o que se traduz em valorizar o trabalho realizado por centenas de pessoas desde o vinhedo até a gôndola. Esse fato motivou a instalar a oficina central em Tuiuiti, distrito de Bento Gonçalves em 2004.

Depois de um completo percorrido pela adega e seus escritórios, degustamos uma grande variedade de vinhos tintos e brancos, além de espumantes – charmat e champeinose – e um “prosseco” que é êxito de vendas. Graças a isso percebemos a grande variedade de cepas, estilo de vinhos e qualidades que estão produzindo.

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A CASA VALDUGA DO BRASIL / ANDESWINES.COM NO BRASIL

VALDUGA__2 O primeiro lugar que visitamos foi a Casa Valduga, localizada no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves, a 671 metros sobre o nível do mar. Nossa anfitriã foi Elisa Walker do departamento de Exportações da Adega, quem nos comentou que atualmente o boom do enoturismo gera um total aproximado de 155.000 visitantes, e eles recebem 50% destes, pois há muitos anos se especializaram no atendimento ao turista. AndesWines.com desde o Brasil.
Saindo do povoado de Rovareto, na Itália, a família Valduga chegou ao Brasil e iniciou uma tradição vitivinícola no sul do país. Possui também vinhedos na zona de Encruzilhada do Sul no sudoeste do Rio Grande do Sul, lugar que tem condições excepcionais para o desenvolvimento da videira. Atualmente a Adega é administrada por três diretores – Juarez, Erielson e João Valduga – que impuseram a senda da qualidade, inovação e liderança vitivinícola na empresa.

A Casa Valduga construiu o primeiro complexo enoturístico do Brasil, que conta com dois Restaurantes onde une a cuisina italiana e os produtos regionais. Como recebiam muitos visitantes que precisavam de alojamento, construíram cabanas que se complementam com um percorrido pela adega e com instalações de primeiro nível.

A produção da vinha é de 1.000.000 de garrafas – 50% de vinhos tintos e brancos e 50% de espumantes – cujo enfoque está orientado a Hotéis, Restaurantes, lojas especializadas e consumidores finais.

Em 2002 começaram a exportar e em 2004 ingressaram a Wines from Brasil, melhorando desta maneira o posicionamento da marca graças à participação em exposições, viagens ao estrangeiro e convites a jornalistas especializados.

Exportam somente 7% da produção total e esperam chegar a 15% no próximo ano. Na Europa exportam a seis países, na Ásia somente a Hong Kong e, também, aos Estados Unidos.

Para fazer frente ao Mercado internacional, a Casa Valduga desenvolveu uma linha de vinhos nomeada “Mundvs”, que é uma seleção de variedades das melhores regiões vitivinícolas e terroirs do mundo. O vinho é produzido na origem sob a supervisão do enólogo de Valduga. É assim como atualmente possuem “Mundvs Chile Cabernet Sauvignon 2005”, que é envelhecido em barricas francesas.

Também tem “Mundvs Malbec Argentina”, para depois continuar com a África do Sul, Portugal, Itália e Austrália

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TAiLOR-MADE WINE TOURS NO CHILE: TOURS DE VINHOS À MEDIDA

desierto_florido_100 Como resposta à crescente necessidade de turismo altamente especializado por parte dos estrangeiros “wine lovers” que visitam o Chile, Andes Wines oferecerá nessa temporada de verão um serviço nomeado “Tailor Made Wine Tours by Andes Wines”. É um tour guiado que se especializará em atender visitantes de grande poder aquisitivo que estão procurando uma experiência única em vales vitivinícolas integrado ao turismo aventura.
Apesar de a empresa ter atendido durante vários anos uma pequena demanda de esquiadores amantes do vinho, jornalistas especializados e acadêmicos universitários estrangeiros, este ano se focalizará em aumentar o número de seus clientes já que não oferecerão tours pré-definidos senão à medida ou “wine tailor made tours”. Por isso estão enfocados a um público bastante específico de grande poder aquisitivo onde cada visitante estabelece o tipo de transporte, hotel e serviço que deseja ter para construir/armar um Tour adaptado às suas necessidades em companhia de um guia altamente especializado em vinhos.

“O principal requerimento dos visitantes é poder conversar com os enólogos das vinhas para que lhes explique o processo de vinificação e tudo o que abrange a produção de algum vinho. Essa exigência é um desafio para nós já que com oito anos de experiência em marketing de vinhos, temos um excelente contato com todos os donos e enólogos das vinhas nacionais que pomos a prova diariamente para oferecer experiências únicas e inesquecíveis”, disse AndesWines.com.

Entre os programas que têm apresentado maior sucesso nestes últimos anos, destacam-se “Stars&Wines” (Estrelas e Vinhos) onde se visitam observatórios do norte do Chile acompanhados por degustações de vinhos categorizados por cepas ou vales, ou o “Flowering Desert & Wines” (Deserto Florido & Vinhos), onde visitam o deserto florido acompanhados por uma degustação de vinhos espumantes ou late harvest de vários vales vitivinícolas.

Como novidade para essa temporada, Andes Wines oferecerá um tour denominado “Terroir Wine Experience” (A experiência do Vinho Terroir), que pretende promover a visita a zonas extremas onde se estão produzindo vinhos únicos e de baixas produções de reconhecidos enólogos nos Vales de Colchagua (apalta), Leyda, San Antonio, Elqui, Limarí, Cauquenes, Itata e Malleco.

Mais informações em andes@andeswines.com ou (56) 9-9 2197117

CHILI APIMENTADO E CERVEJA FRIA PARA SE SERVIR NO MUSEU NEWARK

John_Holl_Site É como se Newark tivesse voltado às suas origens cervejeiras somente por uma noite. Há cem anos, a elaboração da cerveja era uma das quatro maiores indústrias em Newark e a sétima maior no estado. Cervejas como Ballantine, Rheinghold e Pabst eram servidas tanto nas tabernas quanto diretamente das fábricas de cervejas. POR JOHN HOLL para a AndesWines.com
 
Durante a Primeira Guerra Mundial houve dois grandes choques devastadores: a proibição e o sentimento anti-alemão levando ao fechamento de muitas cervejarias ou obrigando-as a irem embora dos estados centrais dos Estados Unidos.

Apesar de na última década ter se instalado algumas cervejarias artesanais ao redor do Aeroporto Internacional Newark Liberty, a única cervejaria em grande escala que permaneceu no estado de Nova Jérsei foi a Anheuser-Busch.

No final deste mês, o museu Newark procurará reviver algumas das glórias cervejeiras da cidade realizando um evento, para arrecadar fundos, nomeado “Uma noite de Chili Apimentado & Cerveja Fria”. Esse evento será na quinta-feira, dia 15 de outubro às 6 PM no museu.

Mais de 60 cervejas nacionais e internacionais estarão lado a lado com carnes e chilis vegetarianos. Várias das cervejas no menu virão das cervejarias de Essex County como Cricket Hill de Fairfield e Gaslight de South Orange.

Para complementar as ofertas de Nova Jérsei estarão a Climax Brewing de Roselle Park, River de Lambertville e a High Point Brewing Company.

Esse evento é realizado pela Organização de voluntários do museu Newark e pelo Conselho de Negócios e comunidade do Museu Newark e vai beneficiar o museu.

Chilis e outras comidas saborosas, além de doces serão oferecidos por uma dúzia de estabelecimentos incluindo a Exquisiste Entertaining, The Gaslight Brewery (que também é um restaurante), The Kilkenny Ale House (um grande bar que está no canto do museu) e o Fanisi Hobby’s Delicatessen & Restaurant.

Outras cervejas que serão oferecidas e que não são de Nova Jérsei vêm de célebres cervejarias como a Blue Point de Long Island, Peak Organic de Maine e Uniroue do Canadá.

As entradas custam US$50 por pessoa ou US$90 por casal (com uma dedução de impostos de US$35 por entrada) e incluem acesso à histórica Ballentine House, casa da famosa família produtora de cervejas, e que neste momento é parte de um museu.

Os visitantes poderão ver três novas exibições:

- Hora de se divertir: Re-imagina os Estados Unidos, Uma Comissão Centenária por Yinka Shonibare MBE.
- 100 Obras-Primas da Olaria, 1880-1930
- Nova Iorque: Newark em 3D, Uma Comissão de Filmes Centenários por Marylou Tibaldo-Bondiorno e Jerome Bongiorno.

Para comprar entradas com cartões de crédito, ligue ao (973) 596-6559 ou envie um cheque por correio a: Newark Museum, An Evening of Hot Chili & Cool Brew, 49 Washington Street, Newark, New Jersey 07102-3176.

“As cervejarias são uma indústria importante em Newark e tem muitas cervejas feitas em Brick City, incluindo a Ballantine”, disse Agnes Irine Rymer, membro do Conselho de Negócios e da Comunidade do Museu Newark e membro de Saiber LLC, localizado em 1 Gateway Center, Newark. “Esse evento é uma maneira maravilhosa para provar diferentes cervejas, comemorar a história da cerveja, conhecer pessoas e apoiar o Museu Newark”.

John Holl escreve sobre cerveja artesanal, o espírito e a cultura etílica. Pode contatá-lo em andes@andeswines.com

A CONSOLIDAÇÃO DA CAVE GEISSE NO BRASIL

cavegeisse O principal objetivo da nossa visita ao Brasil foi conhecer em terreno o grande agito dos espumantes. E que melhor adega que a Cave Geisse para compreender a evolução e a projeção dos vinhos brasileiros, considerando que o enólogo chileno Mário Geisse é o pioneiro indiscutível dos espumantes de alta qualidade na zona de Bento Gonçalves? É por isso que de manhã bem cedo fomos para a zona de Pinto Bandeira para sermos guiados por Rodrigo e Ignacio Geisse, filhos do consultor enológico que mora no Brasil. AndesWines.com desde o Brasil.
 
O Enólogo Mário Geisse chegou em 1975 ao Brasil para dirigir e iniciar a operação da Adega Francesa Moet & Chandon, que já tinha posto seus olhos no grande potencial do país como produtor de espumantes. Nessa voragem, ficou tão motivado que, em poucos anos abriu sua própria adega denominada Vinícola Cave de Amadeu, e atualmente chama-se Cave Geisse.

A Adega foi fundada em 1979 depois de uma estratégica planificação por parte de Geisse, que percorreu toda a zona para escolher o melhor lugar para estabelecer seu vinhedo. Ele estava muito consciente de que o Brasil tinha diversas limitações para produzir uvas de qualidade – muitas precipitações, temperatura e umidade ambiental – razão pela qual, pesquisou muito até encontrar solos de grande drenagem para enfrentar as chuvas e lombadas no lugar mais alto de Pinto Bandeira para conseguir, desta maneira, uma maior variação de temperaturas entre o dia e a noite que ajudasse às videiras a concentrar aromas.

À diferença das outras adegas que visitamos, Cave Geisse produz espumantes somente com o método tradicional “Champeinose” a partir de Chardonnay e Pinot Noir.

Com uma média de 9.000 quilos por hectare que colhem a mão e processam por gravidade após chegar à adega, eles estão liderando um movimento que busca a qualidade na sua máxima expressão.

Atualmente, os três filhos de Mário Geisse – Daniel, Ignacio e Rodrigo – estão encarregados de dirigir o destino da Cave Geisse, cuja meta é produzir o melhor vinho e espumante que seus vinhedos permitam razão pela qual percorrem constantemente as lombadas e terrenos para melhorar cada detalhe do processo de manipulação e posterior vinificação.

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XII ENCONTRO DA VIDEIRA E DO VINHO NA VINHA COUSIÑO MACUL

ccv_logo Estivemos presentes no XII Encontro da Videira e do Vinho, evento organizado pela Corporação Chilena do Vinho que contou com expositores e convidados além de influentes empresários e autoridades da área. Entre eles, se destacou a ministra da Agricultura Marigen Hormkohl, que apoiou e felicitou a indústria do vinho pelo desempenho na atual crise econômica mundial. AndesWines.com desde Santiago.
 
Na ocasião, destacou-se que à diferença do ano anterior, o país sofreu um grave problema de comercialização dos seus vinhos devido à crise mundial, o que fez baixar a média dos preços. Isso produziu um aumento nas vendas de vinhos a granel e de baixo preço.

Yerko Moreno, diretor do comitê técnico dos consórcios do vinho, Vinnova e TecnoVid, assinalou enfaticamente que a indústria deve ser capaz de:

- Ampliar os programas de capacitação e aperfeiçoamento para professores e técnicos, assim como o desenvolvimento de escolas e centros técnicos regionais.
- Aperfeiçoar o decreto 464 (Andes Costa) e incorporar novas denominações de origens controladas (Uva Itália, Região do Bío Bío, Carignan VIII Sur, Vinhedos Secano)
- Consolidação e expansão do sistema de inovação de consórcios tecnológicos.
- Desenvolver um sistema de informação (comercial, técnica e estratégica) para o ramo.

Contou-se com a participação do ministro de Relações Exteriores, Mariano Fernández, quem recebeu o prêmio Corporação Chilena do Vinho por sua contribuição e grande trajetória no mundo do vinho, e particularmente, por ser um embaixador do vinho. chile no mundo.

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A América Latina está se beneficiando da crise?

DECANTER_LOGO 15 de junho de 2009. O Wines from Brasil afirmou que as últimas estatísticas de exportações da América Latina indicam que o continente poderia estar se beneficiando da depressão econômica global. No Brasil, as exportações dos vinhos espumantes cresceram 18% em valor os primeiros três meses. A maioria desses vinhos foi aos Estados Unidos e à Alemanha. Por Sophie Kevany em Lima para Decanter.com.
 
A média das exportações também foram positivas. O alvo do Brasil é exportar US$6 milhões neste ano, e já tem US$2,3 milhões confirmados de janeiro a abril.

Na Argentina as exportações de engarrafados, tetra e sacolas em caixas cresceram 15% em volume e 3% em valor no primeiro trimestre, disse o MRT a uma consultora de intercâmbio de vinhos de Buenos Aires.

O crescimento foi ótimo em 2008 e compensa um pouco o recente deslize nas exportações a granel e do mosto.

No Chile, depois de um começo devagar, o volume das exportações aumentaram 21% em março e 15,5% em abril. Porém, os valores diminuíram por volta de 11%, devido ao fato de os bebedores terem de apertar seus orçamentos e as taxas de câmbio elevaram alguns preços.

Nos vinhos de qualidade Premium também houve notícias positivas. No Peru, Tacama – que produz vinhos de entre $10 e $40 no varejo – disse que o valor das exportações aumentou 10% no primeiro trimestre. Esse ano seus vinhos também estiveram na lista do restaurante de Alain Ducasse em Paris Spoon.

“Gradualmente as pessoas estão mudando sua maneira de pensar” disse Max Morales, um consultor de marketing chileno quem organiza degustações de vinhos de alta qualidade.

Morales disse que pela primeira vez estavam chegando correios concretos dos Estados Unidos e de outros países perguntando “onde posso comprar”. Agora, as pessoas estão procurando qualidade a um preço 30% menor do que os normais US$70- US$100 que normalmente se manejam nos seus países.

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Grapes are good…wine even better!!!

A FUNDAÇÃO LUKAS PATROCINA O I CONCURSO INTERNACIONAL DE GIBIS SOBRE O VINHO

lukas_sitio O diretor executivo da Casa-Mirante Rafael Torres Arredondo confirmou essa semana em Valparaíso que a Fundação Lukas patrocinará o I Concurso Internacional de Gibis sobre o vinho, que será impulsionado pela AndesWines.com.
 
Desta maneira, a recepção dos trabalhos se estenderá até o dia 30 de novembro de 2009. Entre os prêmios há US$500 dólares ao primeiro lugar e a publicação da historieta em http://www.andeswines.com . Graças ao patrocínio, a Fundação Lukas formará parte do jurado que elegerá a historieta ganhadora. Além disso, a Fundação confirmou que a premiação do concurso vai se realizar no mês de janeiro de 2010 na Casa-Mirante de Lukas, museu que alberga a obra deste genial desenhista e caricaturista. Lukas nasceu na Itália, mas desde os dois anos morou no Chile e realizou um fecundo trabalho na área do desenho, da historieta e do jornalismo gráfico.

O concurso tem tido uma grande difusão internacional em diversos países como Espanha, México, Argentina, Uruguai, Brasil, Chile, Estados Unidos, Europa e Ásia, para conseguir uma grande convocatória que coloque o Vinho na mente de todos, de forma transversal.

Uma das motivações para criar esse concurso foi o grande sucesso obtido pelos gibis sobre o vinho no Japão e na Ásia, onde existe uma cultura e seguidores destes. Nesse tipo de publicação, o vinho sempre está presente nas aventuras, como por exemplo, a busca do melhor vinho do mundo. Normalmente, essas aventuras chegam a consumidores e profissionais jovens, de mais de 25 anos, que estão começando a conhecer o vinho como uma opção de consumo.

As categorias do I Concurso de Gibis sobre o Vinho serão a vintage, mitos e lendas do vinho, histórias e personagens do vinho.

Para participar, os interessados podem solicitar as bases do concurso no correio andes@andeswines.com, que serão enviadas diretamente.

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FOTOGRAFIAS DA I DEGUSTAÇÃO DE ESPUMANTES BRASILEIROS NO CHILE

esp Com a participação de jornalistas especializados, enólogos e amantes do vinho, o 15 de outubro se fez a primeira degustação de espumantes brasileiros no Círculo de Vinho de Andes Wines. Participaram na degustação Harriet Nahrwold, Carolina Freire (Planetavino), Paula Hernández Fuenzalida (CyT), Paula Gajardo Schmidlin (CyT), Jorge Fuenzalida (CyT), Enrique Rivera (Circulo Gastronómico de Chile), Rodrigo Ortega (Chilevinos), Diego Meyer (Viña Millaman), Mario e Daniel Geisse, Patricio de la Cruz (AndesWines), Ana Claudia Guimarães Domingues, Joao Paulo Ortega Terra (Primeiro Secretário Agregado Comercial Embaixada do Brasil no Chile) e Pablo Prato.
Os espumantes degustados foram: O Salton Brut Gold Reserve (Método Charmat), Salton Evidence (Método Champenoise), Cave Geisse Brut (Método champenoise – 70% chardonnay 30% Pinot Noir), Cave Geisse Rosé (Método champenoise – 100% Pinot Noir), Sparkling Miolo Brut (Método Tradicional) e Millèsime (Método Champenoise). Agradecemos ao Hotel Club Presidente e a Copas de Chef&Sommelier de Arc International. 
 
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I VENDA DE SALDOS DE VINHOS DE EXPORTAÇÃO FOI UM SUCESSO TOTAL

VENTA_OFF A I Venda de Saldos de Exportação foi realizada em Quilicura, de 17 de agosto a 13 de setembro. As vendas alcançaram 100 milhões de pesos a partir do conceito de OUTLET WINES, filial da AndesWines, empresa de marketing de vinhos nacionais e internacionais. O objetivo da AndesWines foi de profissionalizar um lugar de venda de saldos de exportação de vinhos que ficam no país sem ter uma saída comercial fluente, considerando que são etiquetas em outros idiomas na sua maioria, além de vinhos de marcas privadas que só se vendem no estrangeiro em restaurantes e lojas especializadas.
 
“O perfil do comprador que compareceu no evento foi, principalmente, donos de restaurantes, produtores de eventos, casais que estão organizando sua festa de matrimônio, colecionadores e consumidores de vinhos de Regiões e de Santiago que procuravam ofertas e vinhos especiais a preços convenientes” assinalou Patrício de la Cruz, Gerente de Novos Negócios da Andes Wines.

Aproveitando os descontos que podiam chegar a 50% do preço normal, a média de compra foi de 2,5 caixas por pessoa, que compraram 75% de vinhos tintos varietais ou reserva e 25% vinhos brancos.

As cepas mais vendidas em ordem descendente foram Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère, Pinot Noir e Syrah nos tintos; e Sauvignon Blanc, Chardonnay Late harvest nos brancos. Os preços variavam de $990 até $8.990 dependendo se eram varietais, reserva ou grande reserva.

As marcas de vinhos presentes na venda foram Solterra, Monte Sur, Paso Fino, Estación, VEO Grande, Marchigüe, Panul, Viajero, Panilonco, Canto de Flora, Cimarosa, Cascada, Oops, Chilcas, Chilensis, Casa Viva, William Fevre, La Misión, Corinto e Tierra Alta, todas pertencentes a prestigiosas vinhas dos vales de Colchagua, Maipo, Maule, Curicó e Casablanca.

PRÓXIMOS DESAFIOS DA ANDES WINES

Agora o principal objetivo é consolidar a OUTLET WINES, filial da Andes Wines. Graças a essa venda e a outras realizadas em Concepción anteriormente, o nicho de mercado da venda de vinhos para empresas e particulares em Santiago foi aberto, potencializando a venda telefônica ou pela internet, com entrega a domicílio incluída.

No próximo evento serão incluídos vendas de azeites, cervejas e licores para proporcionar uma maior oferta aos consumidores e, desta maneira, continuar inovando.

Outro desafio da Andes Wines serão os leilões de vinhos boutique e artesanais de enólogos de grande prestígio, similar aos que se realizam na Inglaterra, onde colecionadores e amantes do vinho adquirem garrafas de produções limitadas de vinhos de grande qualidade e de guarda.

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VIÑAS BRASILEÑAS APUESTAN POR MERCADO CHILENO

brasil_vino Con el objetivo de dar a conocer la alta calidad y aprovechar de aumentar las ventas de espumosos brasileños en Chile, esta semana se realizó una inédita degustación de tres viñas de la zona de Bento Gonçalves de Brasil en el marco de catas de vinos internacionales que organiza desde hace 8 años el Circulo del Vino de Andes Wines.
La cata fue dirigida por el sommelier Sergio Silva y se llevó a cabo el Jueves 15 de Octubre en el Hotel Club Presidente de Luis Thayer Ojeda en Providencia y que tuvo la participación de prensa especializada de vinos, al igual de consumidores y enólogos nacionales.

“La razón de porque se organizó este evento radica en el gran interés por parte de viñateros brasileños de aumentar su cuota de participación en las ventas de espumosos en Chile, tendencia a la alza desde hace varios años debido principalmente a fiestas de fin de año, matrimonios y celebraciones de empresas. Hay que destacar que muchos de los espumosos que se presentarán son producidos mediante el método tradicional champenoise, que asegura una gran calidad y tipicidad” comentó el organizador de la degustación el agrónomo Maximiliano Morales.

Andes Wines en una reciente gira de prospección de negocios en Brasil, recorrió 5 viñas para conocer el gran éxito que ha tenido el espumoso brasileño a nivel local, hecho que motivó a la empresa a organizar la degustación en Chile luego de que un gran número de suscriptores del sitio web de vinos señalara el interés de degustar los espumantes.

Entre los vinos que se degustaron destacaron: Salton Brut Gold Reserve (Método Charmat), Salton Evidence (Método Champenoise), Cave Geisse Brut (Método champenoise – 70% chardonnay 30% Pinot Noir), Cave Geisse Rosé (método champenoise – 100% Pinot Noir) y Sparkling Miolo Brut (Método Tradicional) y Millèsime (Método Champenoise)

Una de las viñas participantes es de propiedad del enólogo y consultor Chileno Mario Geisse- Cave Geisse- que desde el año 1979 está desarrollando espumantes de alta calidad a cargo de sus tres hijos- Rodrigo, Ignacio y Daniel.

El Circulo del Vino de Andes Wines es un grupo de profesionales y amantes del vino que organizan catas temáticas de vinos internacionales desde hace 8 años en diversas ciudades como Concepción, Santiago y Mendoza.

Mayores informaciones en andes@andeswines.com o llame al (56) 9-92197117

ALTOS LAS HORMIGAS CONTINUA MELHORANDO SUA QUALIDADE

altos20093 Com o lema “Os vinhos especiais são a soma de pequenos detalhes” Altos Las Hormigas continua abrindo passagem e colhendo sucessos com suas duas linhas Malbec Clásico e Reserva. Dois mil e nove será lembrado como um ano fantástico – bem como 2002 e 2006 – já que se esperam vinhos bastante concentrados, profundos, encorpados e com aromas muito característicos. AndesWines.com desde Mendoza.
altos_2009Efetivamente, os vinhedos de Altos Las Hormigas não sofreram perdas na produção como ocorreu na zona leste, onde houve prejuízos ao redor de 20% a 30%.

“Este ano, pela primeira vez, se cumpriu o cronograma integralmente nas datas programadas. Isso ajudou a ter uma colheita muito ordenada e uma das melhores vintage que me lembro. devido que não houve chuvas nem houveram inclemências que puderam afetar a chegadas das uvas a diário”, comentou Carlos Vázquez.

O principal mercado continua sendo os Estados Unidos com 60% da produção, Argentina 10%, Brasil 10%, Canadá 10%, e o restante na América Latina e na Ásia.

Atualmente, o preço médio ronda os US$ 52 a caixa de 12 garrafas, preço que não há baixado pela crise já que tem apostado pela qualidade a um valor conveniente. O Bonarda tem um preço médio de US$ 36.

altos_20092Entre as novidades que nos contam em Altos Las Hormigas destaca-se o início de um processo de dupla seleção da uva na recepção para depois usar só a gravidade em todo o processo de vinificação.

“Achamos que os vinhos presentes no mercado atualmente podem ser superados, logrando combinar uma grande personalidade com muito equilíbrio. Por isso estamos experimentando com um single vineyard melbec, com baixo rendimento, evidentemente, elaborado por mini-lotes, com diferentes técnicas (fermentação em barrica, elaboração por gravidade etc.). O single vineyard vai lhe dar sua grande personalidade, enquanto a longa guarda em barrica e em garrafas vai permitir-lhe alcançar o equilíbrio” disse Antonio Morescalchi.

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A PERSEVERANÇA DA ADEGA PIZZATO NO BRASIL

pizzato3 Uma das últimas adegas que visitamos na nossa viagem ao Brasil foi a Pizzato, propriedade da família do mesmo nome. Desde que chegaram da Itália com os primeiros imigrantes se dedicaram ao cultivo da vide. Começaram com a uva Bonarda e atualmente são amplamente reconhecidos pelo seu Merlot e misturas de tintos de grande caráter. Flavio Pizzato foi quem nos guiou nessa visita, que terminou em um restaurante local onde nos deleitamos com uma grande variedade de pastas e carnes. AndesWines.com desde o Brasil.
pizzato2A história da Adega Pizzato começou com o empreendimento de Antonio, um imigrante italiano que iniciou o negócio da produção de uva e de seus vinhos em pequenas produções.

Depois, seu filho Giovanni continuou a tradição vitivinícola familiar. Por muitos anos venderam grande parte da produção de uva a terceiros até que no ano 1998, Plínio Pizzato e sua esposa decidiram fundar a Adega Pizzato com seus próprios recursos. Esse empreendimento foi apoiado por seus filhos Flavio, Flavia, Ivo e Jane.

Atualmente, possui 36 hectares na zona de Bento Gonçalves no Vale dos Vinhedos e outros vinhedos a 50 quilômetros ao norte, na Serra Gaúcha.

pizzato4Pizzato lançou seu primeiro Merlot em setembro de 2000 com apenas 15.500 garrafas. Receberam boas críticas, o que os motivou a continuar para depois se especializarem na produção de vinhos Premium. Já no segundo ano, produziram 27.000 garrafas e atualmente comercializam por volta de 100.000 garrafas dependendo do ano e das condições do mercado internacional.
Pizzato é amplamente reconhecido pela produção de Merlot, o que os faz ganhar ano após ano algum prêmio no guia de vinhos brasileiros. Graças à isso, agora estão engarrafando outras cepas como Tannat, Alicante, Bouschet, Egiodola e Cabernet Sauvignon. Entre os espumantes que a adega produz, destaca-se o Pizzato Espumante BRUT Champenoise – Branco e Pizzato Espumante BRUT Champenoise – Rosé.

Atualmente, Flavio é o responsável por levar adiante o conceito enológico devido à lamentável morte de seu irmão Ivo, que também era enólogo. Suas irmãs Jane e Flavia são as encarregadas do marketing e da comercialização. Como a equipe que são, complementam-se continuamente para melhorar o posicionamento e reconhecimento dos seus vinhos.

O desafio de Flavio e sua família está focalizado em aperfeiçoar a experiência enoturística, razão pela qual estão remodelando o interior da adega para receber as centenas de visitantes que chegam à cidade de Bento Gonçalves.

Traducido por César González Fernández
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A DIVERSIDADE DA VINÍCOLA AURORA DO BRASIL

aurora_3Visitamos a COOPERATIVA VINÍCOLA AURORA, a única “City winery” de Bento Gonçalves aberta a todo o público que deseja conhecer a tradição e a história do vinho. Fomos atendidos por Rodrigo Arpini Valério de Marketing, o enólogo Flávio Ángelo Zílio e a gerente de exportações Rosana Pasini, que nos guiaram por túneis subterrâneos que cruzam a cidade. Estes são usados para facilitar as tarefas da adega.
aurora_2A história da Vinícola Aurora se remonta a 1875 com a chegada dos imigrantes italianos que se estabeleceram na Serra Gaúcha no sul do Brasil, já que encontraram paragens geográficas similares à sua terra natal.

Com o passar dos anos se organizaram e, atualmente, são cerca de 1.200 produtores de uvas de toda a região que formam parte desta cooperativa. Eles conseguiram se posicionar como uma das adegas líderes da região e produzem 70% de vinhos tintos e 30% de vinhos brancos.

Em sua grande maioria, são famílias que produzem uvas em diferentes zonas e as vendem à cooperativa. Esta tem desenvolvido uma variedade muito grande de atividades e benefícios para os seus associados e, desta maneira, projetam a produção da uva no longo prazo.

Os nomes das marcas da adega têm uma grande influência estrangeira, destacando-se: Marcus James, Clos des Nobles, Conde de Foucald, Domaine Saint Germain, Casa de Bento, Keep Cooler, Country Wine e Sangue de Boi. Todas estas estão focadas a nichos específicos de fiéis consumidores.

Entre as curiosidades da Vinícola Aurora, destaca-se entre 15 e 20 hectares de Carménère de clones trazidos da França, e que são a matéria-prima para três tipos de vinhos que produzem atualmente. Ao degustar os vinhos com o enólogo Flávio Ángelo Zílio, percebemos, nas linhas econômicas, a pirazina. Provavelmente esse composto orgánico se encontrava nesses vinhos devido a problemas para alcançar a maturidade.
aurora_1A vinícola está ciente da grande competitividade no mercado do vinho no Brasil e, por isso, estão realizando um processo muito forte no melhoramento da qualidade da uva, na tecnologia e na infraestrutura da adega. Não esquecendo o capital humano da empresa para poder enfrentar melhor o desafio.

No final da visita pudemos degustar uma ampla variedade de vinhos incluídos os três Carménère que têm, além de espumantes gaseificados artificialmente.

Com o sucesso de vendas que a Aurora tem em algumas das suas linhas de vinhos, merece a revitalização das suas etiquetas e, desta maneira, poder competir de igual para igual com outros vinhos do novo mundo.

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RELAX E DESCANSO NO HOTEL & SPA DO VINHO, EM BENTO GONÇALVES, BRASIL

S1050661 Visitamos o Hotel & Spa do Vinho em Bento Gonçalves. O primeiro hotel brasileiro dedicado 100% à cultura do vinho, que se complementa com o conceito do Spa Caudalie através de exclusivos tratamentos de vinhoterapia, rejuvenescimento e relaxamento. Durante a nossa estadia, pudemos desfrutar de uma gastronomia de primeiro nível, atenção personalizada e um descanso reparador para continuar a nossa viagem. AndesWines.com desde o Brasil.
O Hotel & Spa do Vinho está situado no meio de um vale rodeado de vinhedos e ao lado do Lote 43, um setor onde Miolo Wine Group colhe a uva para produzir um vinho Premium com o mesmo nome, e que se transformou em um sucesso de vendas.

Com 104 habitações e 24 suítes com vista panorâmica ao Vale dos Vinhedos, Hotel & Spa do Vinho convida a um momento de descanso e contemplação graças à sua grande amplitude, delicada decoração e excelente atendimento.

spabrasilÀ primeira vista, a gente parece estar na Toscana na Itália, com muita vegetação. Tem uma arquitetura similar à do interior da Itália, detalhe que se conseguiu graças à grande quantidade de imigrantes que se estabeleceram no Vale dos Vinhedos há muitas décadas.

Para os amantes do vinho, existe uma cava com uma das melhores coleções do Brasil – com capacidade para 40.000 garrafas – além de uma grande mesa de degustação para degustações verticais ou temáticas. A carta de vinhos é ampla e tem vinhos brasileiros e estrangeiros, além de espumante de primeiríssima qualidade.

Existem duas lareiras, uma situada na grande sala de estar com cômodas poltronas e uma grande biblioteca com livros de todos os tipos e outra em frente ao bar, que convidam ao visitante a desfrutar de uma tarde de leitura sem pressa.

Para as empresas, o Centro de Eventos do Hotel & Spa do Vinho tem uma moderna e equipada infraestrutura para todo tipo de encontros – pequenos e grandes – com um hall decorado ao estilo contemporâneo, elegante e muito funcional.

No hotel há conexão Wi-fi, Business Center, dois elevadores que se conectam com as habitações, e um terceiro ao restaurante situado na parte alta do hotel, onde também existe um exclusivo salão para os amantes dos charutos.

O cardápio do Restaurante Leopoldina oferece uma grande variedade de pratos com carnes vermelhas, brancas e peixes, além de pastas e sobremesas de alta gastronomia. O café da manhã é servido na mesa, para que o visitante se sinta atendido de maneira preferencial, á diferença dos outros hotéis

Esperamos poder experimentar as bondades do Spa Caudalie na nossa próxima viagem…

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O GRANDE DESAFIO DA QUALIDADE DA VINÍCOLA LÍDIO CARRARO NO BRASIL

lidio_1 A visita à Vinícola Lídio Carraro foi uma interessante experiência que abriu os nossos sentidos para um vinho brasileiro de terroir, com personalidade própria e no caminho correto à consolidação em direção à qualidade Premium. Fomos atendidos por Patrícia Carraro, arquiteta e encarregada de marketing, imagem e posicionamento da marca. Efetivamente, todos os filhos trabalham em diversas áreas da adega para impulsioná-la a nível nacional e internacional.
lidio_2A família Carraro é viticultora de tradição e vendeu uva às adegas da zona por muitos anos até que em 1998 decidiram produzir seu próprio vinho, razão pela qual se focalizaram 100% na Vinícola Lídio Carraro.

Por isso, e totalmente convencidos de que abaixo do paralelo 30 se podiam produzir vinhos com identidade própria, em 2001 a família adquiriu na zona 33 hectares em Encruzilhada do Sul onde atualmente concentram a maior superfície, e que unidas aos 7 hectares que possuem em Bento Gonçalves, fazem da Lídio Carraro uma aposta em direção à mais alta qualidade.

Para conseguirem diferenciar e obter vinhos com personalidade, mapearam os terrenos e solos, graças a um sistema de GPS, e os agruparam a partir de características físicas, químicas e biológicas para depois segmentá-los e começarem a produzir gradualmente. Além disso, também definiram as categorias e os preços que terão.

Desta maneira, selecionaram os clones de videira que melhor se adaptariam às condições do solo e clima em cada um dos terrenos que possuíam. E, assim, começaram com esse empreendimento que produziu um grande alvoroço no Brasil.

Situado a 230 quilômetros ao sul de Bento Gonçalves, Encruzilhada do Sul sofre de grandes variações de temperaturas entre o dia e a noite o que ajuda a sintetizar os polifenóis de melhor maneira. Devido a isso, a colheita é realizada entre 15 e 20 dias depois da do Vale de Vinhedos.

lidio_3As cepas escolhidas para iniciar este empreendimento foram Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat e Cabernet Franc, e segundo Patricia Carraro, “A filosofia de Lídio Carraro se baseia em que a qualidade do vinho se consegue no vinhedo. Razão pela qual cuidam cada tarefa realizada.

Nebbiolo e Tempranillo são as novas variedades que complementam o atual portafólio tradicional e o próximo desafio da família é construir uma adega em Encruzilhada do Sul para processar a uva do setor, e assim melhorar a qualidade e os tempos de vinificação que se produzem em Bento Gonçalves na atualidade.

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VINUM ANIMI SPECULUM – Um papo sobre vinhos

guillermo_brasilO que é um vinho “reservado”?…..A miríade de vinhos disponíveis nas prateleiras de supermercados e lojas especializadas chega, por vezes, a confundir o consumidor, que não saber sequer por onde começar na hora de escolher a garrafa que irá adquirir. Muitas pessoas buscam alguma informação sobre vinho, seja por meio de cursos ou revistas especializadas, para minimizar esse problema. Pessoalmente, posso dizer que essa situação foi um dos fatores que me levou a tentar obter algum conhecimento sobre o assunto. Mas seria essa grande variedade de vinhos (que, a rigor, é benéfica) a única responsável por essa dificuldade na escolha? Creio que não!
Como se não bastasse a falta de padronização das inscrições contidas nos rótulos, existem pessoas que contribuem decisivamente para o agravamento desse tipo de problema. Há alguns dias, presenciei um fato emblemático. Foi numa conhecida loja de vinhos. Um senhor, visivelmente “perdido” em meio às dezenas de vinhos chilenos oferecidos na seção, buscou aconselhamento junto a um dos empregados do estabelecimento, que o indicou um dos “sommeliers” da loja. Foi aí que começou o (des)serviço ao vinho. Fazia tempo que eu não ouvia uma “pérola” como a que foi dita pelo “sommelier”: “leva esse aqui, porque ele é ‘reservado’ e aquele outro é só ‘varietal’.”. Fica evidente o desconhecimento por parte do “sommelier”. E por que? Vamos por partes.

O que significa “reservado”? É algo diferenciado, melhor do que o regular, certo? Errado! Pelo menos no que diz respeito aos vinhos. Os vinhos que comumente vemos nas prateleiras dos supermercados com esse termo são chilenos, inclusive de vinícolas famosas. E são justamente os vinhos “de entrada”, ou seja, os mais simples de cada. Portanto, apesar de dar essa impressão de algo especial, são o oposto disso. E “varietal”? Esse termo, no meio vinícola, é usado para se referir a um vinho feito com uma determinada espécie ou, pelo menos, com um percentual majoritário dela (pela atual legislação brasileira – desde 2004, para ser mais exato – ele precisa conter, pelo menos, 75% daquela variedade. Em outros países, esses percentuais variam). Há, ainda, algumas vinícolas que usam essa denominação para sua linha de vinhos mais simples, observando esse aspecto de predominância de um cepa específica. Mas comparar “reservado” com “varietal” não faz o menor sentido. E o pior: no caso que presenciei, o dito “varietal” tinha uma qualidade superior ao “reservado”. Além de tudo, o “reservado” também era “varietal”…

Mas se o termo “reservado” não significa nada, por que motivo as vinícolas o utilizam? Bem… somente elas poderiam responder com segurança. Mas tudo indica que há questões mercadológicas envolvidas, pois esse potencial para confundir o consumidor pode trazer, digamos, “frutos”. E não há qualquer regulamentação a respeito. Dessarte, o uso do termo se dá ao alvedrio do produtores. E o vinho “reserva”? Aqui, sobretudo no que diz respeito ao “novo mundo” (produtores não europeus), a coisa é complicada! Normalmente, as vinícolas utilizam “reserva” para designar seus vinhos médios ou superiores. De fato, boa parte desses vinhos, se comparados com os outros da mesma vinícola, que não ostentem tal denominação, são melhores mesmo. No entanto, não há padronização: um vinho “reserva” pode tanto ser um que passa por estágio de 3 meses em barricas de carvalho americano como um que passa por 12 ou mais meses em carvalho francês. Já na região espanhola de Rioja, por exemplo, a conversa é outra: para poder usar o termo reserva, o vinho deve, obrigatoriamente, ter estagiado por 12 meses em barricas e ainda ficar, pelo menos, mais 24 meses na garrafa antes de poder ser comercializado. Portanto, cuidado! Procure se informar antes de comprar o vinho!

Por Guilherme Lopes Mair

Convido você a visitar meu blog: http://www.umpaposobrevinhos.com.br

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100 AÑOS DE HISTORIA DE VINICOLA SALTON EN BRASIL

salton_1Guiados por Lucindo Copat, Director Técnico de Vinícola Salton, visitamos una de las bodegas con mayor tradición vitivinícola de la zona de Bento Gonçalves en Serra Gaúcha en Río Grande do Sul. Impresiona la majestuosidad de la construcción y despliegue escénico de todos los rincones que recorrimos. Conozcamos más de esta bodega que tiene como misión el producir vinos sanos y de alta calidad, además de espumosos y jugo de uva para tener la máxima satisfacción en sus consumidores. AndesWines.com desde Brasil.
salton_2El gran compromiso que se siente en todo el equipo de Salton es palpable en cada persona que nos topamos en el recorrido debido a que una de las principales fortalezas radica en que la bodega está abierta a pública, recibiendo a miles de visitantes que han degustado un vino en Brasil y el extranjero para conocer el origen y forma de producción de los vinos.

Salton fue creada en 1910 cuando Paulo y sus hermanos Ângelo, João, Cezar, Luiz y Antônio Salton lograron darle vida y formalizaron el negocio de su padre.

En este desafío iniciaron la profesionalización de la operación y bodega, cultivaron vides e iniciaron el negocio del vino a partir de espumosos y vermouth bajo el nombre de “Paulo Salton & Irmãos” (hermanos) en el centro de Bento Gonçalves.

Casi cien años después, Salton logra la consolidación como una de las principales bodegas del país que tiene a su haber más de 98 años de operación.

Vinícola Salton ha sido y seguirá siendo una bodega familiar que usa capital propio, y está en manos de la tercera generación. Próximamente la cuarta generación tomará el control ya que están formando parte de las decisiones y estrategias.

salton_3Actualmente son el principal productor de “sparkling wine” de Brasil, y por cuarto año consecutivo son el número uno en ventas de espumosos.

Destaca en la bodega la gran capacidad de seguir invirtiendo en nueva tecnología y capital humano, que se traduce en valorizar el trabajo realizado por cientos de personas desde el viñedo hasta la góndola, hecho que motivó a instalar la oficina central en Tuiuty, distrito de Bento Gonçalves en el 2004.

Luego de un completo recorrido por la bodega y oficinas, degustamos una amplia variedad de vinos tintos y blancos, además espumosos-charmat y champenoise- y un “prosseco” que es éxito de ventas, pudiéndonos dar cuenta de la gran variedad de cepas, estilos de vinos y calidades que están produciendo.

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LA CONSOLIDACION DE CAVE GEISSE EN BRASIL

cavegeisseNuestro principal objetivo de la visita a Brasil fue conocer en terreno la gran movida de los espumosos, y que mejor bodega que Cave Geisse para entender la evolución y proyección de los vinos brasileños si consideramos que el pionero indiscutido de espumantes de alta gama en la zona de Bento Gonçalves, es el enólogo Chileno Mario Geisse. Es por esto que temprano en la mañana nos dirigimos hacia la zona de Pinto Bandeira para ser guiados por Rodrigo e Ignacio Geisse, hijos del consultor enológico que viven en Brasil. AndesWines.com desde Brasil.
cavegeisse1El enólogo, Mario Geisse, llegó en 1975 a Brasil para dirigir e iniciar la operación de la Bodega Francesa Moet & Chandon, que ya había puesto sus ojos en el gran potencial del país como productor de espumosos. En esta vorágine, se motivó a tal grado que a los pocos años abrió su propia bodega llamada Vinícola Cave de Amadeu, la cual se llama actualmente Cave Geisse.

La Bodega fue fundada en 1979 luego de una estratégica planificación de parte de Geisse, quien recorrió toda la zona para elegir el mejor lugar para establecer su viñedo, ya que estaba consciente de que Brasil tenia diversas limitaciones para producir uvas de calidad- altas precipitaciones, temperaturas y humedad ambiental- razón por la cual, se las ingenió para encontrar suelos de gran drenaje para enfrentar las lluvias y unos lomajes en la parte más alta de Pinto Bandeira para lograr de esta forma una mayor variación de temperaturas entre el día y la noche que ayudara a las parras a concentrar aromas.

A diferencia de las demás bodegas que visitamos, Cave Geisse produce espumantes sólo con el método tradicional “Champenoise” a partir de Chardonnay y Pinot Noir.

Con un promedio de 9.000 kilos por hectárea que cosechan a mano y procesan por gravedad luego de llegar a la bodega, están liderando un movimiento que busca la calidad en máxima expresión.

Actualmente, los tres hijos de Mario Geisse- Daniel, Ignacio y Rodrigo- están a cargo de dirigir los destinos de Cave Geisse cuyas metas son producir el mejor vino y espumante que sus viñedos les permitan, razón por la cual recorren constantemente los lomajes y terrenos para mejorar cada detalle del proceso de manejo y posterior vinificación.

cavegeisse2Recorrimos diversos sectores del viñedo a pie y camioneta e Ignacio Geisse nos recalcó que “A diferencia de muchos productores, la fermentación en Cave Geisse se realiza en 180 días, lo que les permite tener una levadura que realice la “toma de espuma” de forma más adecuada y en mejores condiciones.”

Es por esto que en la constante búsqueda por la excelencia, el trabajo al interior de la bodega es realizado íntegramente por mujeres debido a que son muy prolijas y metódicas, según comentó a AndesWines.com Rodrigo Geisse.

Pasado el medio día degustamos una amplia variedad de espumosos que acompañamos luego con un asado preparado por Rodrigo e Ignacio, que se turnaban para amenizar una agradable tarde de invierno en Pinto Bandeira. Esperamos volver para seguir viendo la evolución y crecimiento de Cave Geisse que está revolucionando la movida de espumosos en Brasil.

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IMPULSIONAM CAMPANHA DE TURISMO ASTRONÔMICO NO VALLE DE ELQUI

eclipse1Esta semana foi lançada a primeira campanha privada de Turismo Astronômico na Região de Coquimbo, depois de concretizar importantes alianças estratégicas e consolidar um fluxo de visitantes que são o sustento para implementar esta estratégia internacional que incluirá degustações de vinhos chilenos em cada uma das atividades para outorgar um valor agregado à experiência, nomeando-a: Stars & Wines.
A empresa impulsionadora desta inovadora idéia é a Turismo INGSERVTUR, que materializou as confirmações com agências de turismo e operadores especializados dos Estados Unidos, da França, da Itália, da Espanha e do Brasil para se focalizar na temporada 2008/2009 com universidades de prestígio internacional como Massachusetts Institute of Technology MIT, Yale University e Smithsonian Institute dos Estados Unidos.

eclipse4Para dita estratégia bilíngüe de posicionamento global dos Valles de Elqui, Limarí e Choapa no Mapa Astronômico de Tours Especializados se realizarão contatos chilenos com os principais líderes de opinião do tema nas áreas científicas e turísticas responsáveis da empresa AndesWines.com. Estes tem trabalhado o conceito em coordenação com INGSERVTUR nos últimos sete anos através do desenvolvimento do conceito de Stars & Wines com diversas experiências na zona, onde tem se integrado o Vinho como um fator atrativo e diferenciador que tem tido um sucesso rotundo.

Um exemplo emblemático foi o eclipse da Lua que aconteceu anos atrás e onde Stars & Wines debutou com uma degustação de vinhos aos pés da represa Puclaro no Valle de Elqui. Nessa oportunidade, o consultor em Marketing Estratégico e Guia Turístico Especializado em Vinhos, Maximiliano Morales, guiou um grupo de estrangeiros na primeira degustação de Carménère sob as estrelas. Ao mesmo tempo, os turistas observavam as estrelas e o fenômeno do eclipse por um telescópio móvel implantado para a ocasião.

Segundo fontes oficiais da Agência Regional de Desenvolvimento Produtivo, de um total de 72.677 visitantes aos observatórios na Região de Coquimbo no ano de 2007, 79% foram ao Observatório Mamalluca, 4% ao Collowara, 3% ao Mayu, 6% ao Tololo, 5% a La Silla, 2% a La Campana e 1% ao Gemini.

Turismo INGSERVTUR é o Tour Operador Receptivo de La Serena que está direcionado ao atendimento de visitantes a longa distância e que, em aliança com o Tour Operador Internacional “Chile All ways Tour”, têm desenvolvido nos últimos anos uma iniciativa inovadora para atrair turistas, acadêmicos de universidades e investidores à Região de Coquimbo, atraídos pelo Turismo Astronômico.

Em uma estreita colaboração, os empresários Sergio Bustos, Silvia Bustos de INGSERVTUR com Sergio Nin, Claudio Chierego da Chile All Ways foi concretizada, até esta data, a chegada de diversos grupos como 29 cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology MIT – USA) no mês de fevereiro de 2006, o segundo grupo MIT de 33 cientistas em janeiro de 2007, um grupo da Yale University de 10 cientistas em março de 2007, e o quarto grupo do Smithsonian Institute de 10 cientistas em maio de 2007. Ao mesmo tempo, já confirmaram para outubro de 2008 o aumento de visitantes – turistas e cientistas em programas similares.

No mês de julho de 2008, um quinto grupo de 10 cientistas provenientes do Massachusetts Institute of Technology MIT – USA, visitou a Região de Coquimbo – Chile, seguido de um programa motivado pelo turismo astronômico e pela observação da Constelação de Estrelas do Hemisfério Sul. Foi utilizado La Serena e sua infra-estrutura hoteleira e gastronômica como base deste programa, o qual incluiu uma visita extensa ao Valle de Elqui durante o dia e, pela noite, ao Observatório Turístico Collowara em Andacollo. No dia seguinte, realizaram uma visita ao Observatório Científico Las Campanas e, antes da ascensão e em pleno Deserto do Atacama, desfrutaram de um Country Lunch com maravilhosa vista aos imponentes observatórios astronômicos de La Silla e Las Campanas, que culminou no dia seguinte com uma visita ao Observatório Científico Tololo.
Destaca-se que a zona é líder em atração de investimentos no campo astronômico, ao igual que a chegada de especialistas da área como a recente visita de Jon Lomberg, quem deu uma palestra apresentando as grandes oportunidades que estão ocorrendo na região.

HISTÓRIA DE TURISMO ASTRONÔMICO NA REGIÃO DE COQUIMBO

Sergio Bustos Caro está focalizado no Turismo de Interesses Especiais, sendo o Target ASTRONOMIA um dos pontos prioritários no ano de 1989, data de início da Turismo INGSERVTUR, que consolidam o projeto na “Região de Coquimbo – Quarto pólo de atração turística no Chile”, além dos cruzeiros de luxo que lidera a zona.

Seu primeiro sucesso foi atrair 565 especialistas e aficionados à astronomia que, motivados pelo Eclipse Total do Sol acontecido em novembro de 1994, visitaram a zona antes e depois do grande fenômeno no norte do Chile com visitas organizadas diretamente pelos interessados aos observatórios científicos da zona, como também com seus telescópios portáteis que trouxeram. Dessa maneira, observaram os céus em um lugar especial escolhido no interior de Andacollo.

Este foi o evento que originou a necessidade de se ter observatórios turísticos de caráter amador para complementar a observação direta dos céus com nossos olhos. Já de de noite, antes do evento em abril de 2004, INGSERVTUR propôs às autoridades a necessidade futura que apareceu na capa do Semanario Tiempo em La Serena “Empresário Turístico projeta um observatório amador em Andacollo”, propondo Andacollo ou La Higuera como lugar de observação, com uma atividade econômica que originaria a capacitação e empregos a uma juventude absorvida e motivada tradicionalmente pela mineração como única fonte de atividade laboral.
Hoje, com satisfação, tem-se Mamalluca em Vicuña, Collowara em Andacollo e logo, Cruz del Sur em Combarbalá. No entanto, há que considerar uma melhoria em infra-estrutura com mais telescópios nos observatórios mencionados, pois os grupos que atualmente estão sendo atraídos requerem de maior tempo de observação e, desta maneira, evitar as longas esperas que hoje acontecem nos mencionados observatórios.
O Target dos atuais visitantes VIP em Turismo Astronômico não tolera a massificação de observadores e, por conseqüência, as aglomerações, já que viajam de muito longe para ver por uns minutos enfrascados em grandes grupos massificados de turistas.

Os benefícios econômicos devem ir diretamente às comunidades que rodeiam estas instalações, pois de todas formas alteramos seu ecossistema de vida e a tranqüilidade de seu sono nos trajetos de acesso e regresso com os veículos durante a noite.

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PROCURA DE ESTÁGIO – VINDIMAS – WINE INTERNSHIPS

EnologoSe você quiser realizar uma vindima no estrangeiro, comunique-se conosco ao correio eletrônico andes@andeswines.com solicitando informação do sistema de “Wine Job Search – Procura de Trabalho no Vinho de AndesWines.com”. Contamos com uma base de dados de mais de 1.500 vinhas na Austrália, NZ, Argentina, USA, França, Itália, América do Sul, Grécia, China e na Espanha que você poderia ter acesso para que nós te apoiemos na procura de um estágio ou wine internship.

WINE TRIP IN AUSTRALIA & NEW ZEALAND – DIÁRIO DO VINHO DA ANDES WINES

Caminhando pelas ruas de Sydney, chegamos até um novo evento culinário que foi realizado entre o dia 11 e 12 de agosto passado. Seu nome, Restaurant 08. Uma amostra anual, que se translada pelas cidades mais importantes da Austrália e que se focaliza, exclusivamente, nos donos de restaurantes, produtores ou fornecedores e meios em geral. Por Jimena Cordovez e Sebastián Pérez-Canto da Austrália. “Viagem pela terra dos coalas, o Syrah e o Sauvignon Blanc”
australia_agosto_1Ao começar nosso percurso conseguimos ver de geladeiras industriais até a mais fina cutelaria. Uma grande variedade de alimentos trazidos de países dos cinco continentes, como o presunto serrano que, com suas variedades comum e de Pata Negra, conseguiu impressionar a muitos dos que aí estávamos. Embora o preço deste último seja um tanto elevado (o quilo está cotizado na Austrália por aproximadamente R$262,200) nos vimos obrigados a degustar uma das preparações mais caras e finas da Espanha.

Porém, para ser sinceros, sentíamo-nos um pouco estranhos. Por quê? Porque tudo era novo, dos sorvetes italianos de figos caramelizados e sementes de gergelim preto, purê de tomates verdes, até o óleo de arroz – mais barato que o de oliva e com Ômega 3 e 6-. Ou os sucos orgânicos Parker’s, os primeiros do mundo com gás e nós, os primeiros a prová-los. E quando já não tínhamos nada por degustar, apresentam-nos DOTAU, a primeira vodka 100% australiana feita com cana-de-açúcar colhida em Queensland e com menos de um ano no mercado. Impressionou-nos seu sabor e muito mais o seu valor: AUD $90.00, cerca de 130 reais a garrafa.

Sempre temos que deixar o melhor para o último e assim o fizemos. Degustando as destacadas e deliciosas ensamblagens de Cabernet Sauvignon e Shiraz que oferece o mercado australiano, descobrimos uma jovem, doce e fresca cepa: o Gamay. Uma uva tinta, prima distante do Pinot Noir e bastante popular na França, na Suíça e na Áustria. Uma variedade que no Chile não passaria despercebida. Algo como o que aconteceu aqui, em Sydney, com nosso premiado Carménère.

Tanto é o interesse entre os fanáticos pelo vinho australiano, que o chileno Benjamín Cuevas e o neozelandês Juan Cameron, foram convidados pelos organizadores para explicar as bondades do Carmenérè e responder à pergunta What’s hot from South America (Qual é o quente da América do Sul), que se transformou em uma das conferências de mais sucesso da jornada. E tudo por causa de um chileno…

BÚSSOLA DO VINHO EM SYDNEY, AUSTRÁLIA – 21 DE JULHO DE 2008

Muitas vezes planejamos nossa viagem à Austrália e Nova Zelândia com uma taça de vinho na mão. Mas nunca imaginamos que essa taça de vinho nos permitiria percorrer a Oceania. Meu nome é Jimena Cordovez e junto com Sebastián Pérez-Canto, mostraremos-lhes que na terra dos coalas, também se pode desfrutar de um bom Shiraz ou Sauvignon Blanc. A partir de hoje, iniciamos o especial chamado “Viagem pela terra dos coalas, o Syrah e o Sauvignon Blanc”. AndesWines.com da Austrália.
Nossa viagem começa em uma das feiras gastronômicas mais importantes de Sydney, Good Food and Wine Show (O show da boa comida e do bom vinho), que foi realizada do dia 20 ao dia 22 de junho passado. Mais de 51 mil pessoas desfrutaram das bondades da cozinha gourmet e, desde logo, dos vinhos da maior ilha do mundo.

Eram mais de 300 expositores de comida e álcool. Mas os que mais tiveram sucesso foram as vinhas. Alguns bons exemplos são: o Sauvignon Blanc de Brand Orange, uma das regiões mais novas na produção de vinhos; o Shiraz da vinha Bimbadgen, localizada em Hunter Valley, uma das zonas mais destacadas do mercado; e o Semillon de Tyrrell’s Wines, um dos vinhedos mais antigos do continente.

No entanto, um dos expositores mais inovadores da feira foi CocoaFarm. O primeiro plantio de cacau na Austrália e que lançou ao mercado vitivinícola australiano os chocolates de vinho. Uma mistura de chocolate amargo e de leite, enriquecido com as cepas mais finas da Austrália: Shiraz, Merlot e Pinot Noir e, frente a tal combinação, não pudemos dizer que não. Sem dúvida, um produto muito bom.

Depois de tudo isso, nada melhor que acabar com uma taça de vinho chileno. E é que entre milhares de garrafas australianas, tinha que estar presente o nosso país. Um único stand chileno demonstrou, através das Viñas Santa Rita, Valdivieso, De Martino, William Fevre e Pérez Cruz, entre outras, porque o Chile é considerado um dos melhores produtores de vinho a nível internacional.

ANTECEDENTES DA AVENTURA POR OCEANIA

Dois empreendedores chilenos, o publicitário Sebastián Pérez-Canto Orellana e a jornalista Jimena Cordovez, estão atualmente vivendo na Oceania e começaram a gravação do primeiro vídeo de enoturismo na Austrália e Nova Zelândia, que será difundido através da internet e redes sociais globais. “Viagem pela terra dos coalas, o Syrah e o Sauvignon Blanc” é o nome do especial que incluirá visitas a diversas zonas vitivinícolas de ambos os países para realizar entrevistas, reportagens e circuitos pelas vinhas. AndesWines.com é o responsável pela coordenação e logística, confirmando esta semana que uma das vinhas que visitará será Tyrrel’s, a mais antiga da zona de Hunter Valley na Austrália.

Mensalmente, os vídeos com entrevistas e reportagens serão promovidos através da web para os milhares de internautas fanáticos do vinho e o turismo. Por esta razão, criou-se uma comunidade em facebook sob o nome “Andes Wines” para, dessa forma, estar em constante contato com Jimena e Sebastián na Austrália e Nova Zelândia.

“Com esta iniciativa pretendemos unir os vinhos do novo mundo com uma proposta inovadora que poderá ser replicada em qualquer país, interligando os consumidores, seguidores e pessoas do ‘wine trade’ e a imprensa, para conhecer novos vinhos e terroirs no Mundo”, indicou o administrador do projeto, Maximiliano Morales.

Esta iniciativa é a segunda realizada por AndesWines.com a nível internacional, já que em 2005 fizeram a campanha de vinhos Carménère Adventure 2005-USA, que consistiu em uma viagem ou “road trip” pelo continente americano em uma motocicleta que levava entre seus pertences uma garrafa magnum de Carménère chileno que foi assinada por enólogos e personagens de cada um dos países que percorreu, somando publicações em imprensa de todo o mundo. Esta viagem durou 77 dias percorrendo Santiago do Chile, Argentina, Uruguai, Brasil (Amazônia), Colômbia, América Central, Texas, Miami e Nova Iorque.

Jimena Cordovez trabalhou durante um ano em um jornal chileno e depois dois anos em Chilevisión como jornalista e produtora do programa Primer Plano.

Sebastián Pérez-Canto é publicitário de profissão e realizador audiovisual de ofício, trabalhou durante anos como co-animador e fazia reportagens para o programa Invasión de Chilevisión. Além disso, tem em Santiago uma produtora audiovisual que realiza vídeos para empresas privadas.

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Traduzido por Paulina Rojas R.

O TURISMO EM BÍO BÍO: ANÁLISE E PROJEÇÕES

Não é um segredo que a Região de Bío Bío tem atrativos turísticos tão diversos quanto a neve, o mar, os vinhos, o campo e a própria cidade. Da mesma forma, sempre escutamos que Concepción e Bío Bío apostam por serem destino de Turismo de Negócios e de turismo de interesses especiais. Porém, na realidade, a cada dia somos testemunhas de como Puerto Varas e Puerto Montt conseguem captar maiores investimentos em hotelaria e negócios relacionados que estão atraindo a profissionalização deste serviço, fator que na zona não se consegue estabelecer, embora a cada ano sejam organizados os mesmos seminários e foros que indicam os mesmos resultados, segundo o relatório da AndesWines.com.

concepcionA chegada do Cassino Marina del Sol a este lugar trará consigo a almejada profissionalização de diversos serviços turísticos e de hospedagem devido aos altos padrões internacionais requeridos. Por esta razão, espera-se a atração de novos eventos e fluxos de turistas nacionais e internacionais. No entanto, não se pode mais esperar e deve-se começar a realizar uma mudança, pois todos os problemas não serão solucionados com a chegada do hotel cinco estrelas e do próprio cassino.

Para entender o que acontece na região, o relatório da AndesWines.com inclui a opinião de Freddy Neira G., diretor executivo do Centro Internacional de Estudos Turísticos (CIET) que afirma: “Em primeiro lugar, o que mais me impressiona é a pouca valorização que existe a nível local dos atrativos naturais e culturais da região, além do amplo desconhecimento das alternativas turísticas disponíveis para um visitante. Geralmente, a maioria das pessoas locais se queixam da pobreza dos lugares, da pouca segurança e higiene, além da nula organização de tours atrativos. Em conseqüência, qualquer lugar que lhes mencione, eles dirão que é tedioso”.

Para mudar esta atitude, requere-se de uma campanha coletiva de conscientização nos habitantes da região que lhes permita valorizar a grande quantidade de atrações que possuem, enfatiza Neira.
Embora existam excelentes ofertas e destinos turísticos de primeiro nível como Lota Sorprendente ou a neve em Chillán, a zona carece de uma oferta organizada regionalmente e internacionalmente, pois estão pensadas principalmente para o turista nacional ou regional. Portanto, escasseia o valor agregado que valorize mais a experiência.

As estratégias de difusão e promoção são, em maior parte, desenvolvidas por particulares e obtém um impacto focalizado como a grande convocação de esquiadores brasileiros que recebe a zona montanhosa de Chillán, ou em eventos como a Expo-corma, onde toda a região tem uma ocupação hoteleira de 100%, fato que deveria ser replicado ao resto do ano.

Na área enoturística, a situação não difere muito, já que a recente saída de duas vinhas da Rota do Vinho do Valle del Itata somente confirmou a má coordenação e pouca visão de internacionalização que tinham, além da pouca profissionalização na própria comercialização dos produtos enoturísticos. A chegada de novas vinhas à região será motivação suficiente para acreditar na existência de novas formas de se fazer as coisas, ao igual que o crescente número de eventos do vinho realizados que se comemoraram na zona, como foi o Oitavo Salão do Vinho que atraiu 23 vinhas de oito países no ano passado.

Ainda que tenham sido realizados convenções de turismo internacionais com grande convocação de expositores, a pouca experiência em difusão e promoção destas ficou evidente. Basta conversar com os expositores para ver sua decepção no que diz respeito à quantidade de pessoas e negócios prometidos pelos organizadores para perceber que, novamente, a profissionalização está longe de acontecer se continua nas mãos das mesmas pessoas de sempre, indica o relatório da AndesWines.com.

No caso dos cruzeiros de luxo e de expedição, segundo comenta Maximiliano Morales, consultor em marketing estratégico de atração de cruzeiros na Região de Coquimbo: “Em Limarí e Elqui, em coordenação com o operador e a agência de turismo INGSERVTUR, implantamos uma campanha e plano estratégico bilíngüe para atrair novos cruzeiros e que, atualmente, conseguimos confirmar 20 visitas por temporada. Os objetivos principais foram a profissionalização dos guias turísticos bilíngües e a otimização dos tours oferecidos, o que teve como resultado a maior oferta destes em um porto nacional”.

Como conclusão, uma das grandes insuficiências do turismo regional na atualidade é que não possui um Plano Estratégico Comunicacional Internacional, nem uma coordenação que garanta uma integração que vá além de um folheto carente de um desenho adequado. Os tours e destinos turísticos estão mais que definidos e conhecidos pela opinião pública e não acontecerão grandes mudanças se não se consegue compreender que sem a profissionalização desses serviços especializados, a mesma situação será mantida.

O relatório indica, além do mencionado, que durante muitos anos se tentou fortalecer o turismo regional como base principal através dos mesmos estudos que se repetem uma e outra vez. O mesmo acontece com as estratégias de promoção e marketing.

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IMPULSIONAM CAMPANHA DE TURISMO ASTRONÔMICO NO VALLE DE ELQUI

Esta semana foi lançada a primeira campanha privada de Turismo Astronômico na Região de Coquimbo, depois de concretizar importantes alianças estratégicas e consolidar um fluxo de visitantes que são o sustento para implementar esta estratégia internacional que incluirá degustações de vinhos chilenos em cada uma das atividades para outorgar um valor agregado à experiência, nomeando-a: Stars & Wines.

eclipse1A empresa impulsionadora desta inovadora idéia é a Turismo INGSERVTUR, que materializou as confirmações com agências de turismo e operadores especializados dos Estados Unidos, da França, da Itália, da Espanha e do Brasil para se focalizar na temporada 2008/2009 com universidades de prestígio internacional como Massachusetts Institute of Technology MIT, Yale University e Smithsonian Institute dos Estados Unidos.

Para dita estratégia bilíngüe de posicionamento global dos Valles de Elqui, Limarí e Choapa no Mapa Astronômico de Tours Especializados se realizarão contatos chilenos com os principais líderes de opinião do tema nas áreas científicas e turísticas responsáveis da empresa AndesWines.com. Estes tem trabalhado o conceito em coordenação com INGSERVTUR nos últimos sete anos através do desenvolvimento do conceito de Stars & Wines com diversas experiências na zona, onde tem se integrado o Vinho como um fator atrativo e diferenciador que tem tido um sucesso rotundo.

Um exemplo emblemático foi o eclipse da Lua que aconteceu anos atrás e onde Stars & Wines debutou com uma degustação de vinhos aos pés da represa Puclaro no Valle de Elqui. Nessa oportunidade, o consultor em Marketing Estratégico e Guia Turístico Especializado em Vinhos, Maximiliano Morales, guiou um grupo de estrangeiros na primeira degustação de Carménère sob as estrelas. Ao mesmo tempo, os turistas observavam as estrelas e o fenômeno do eclipse por um telescópio móvel implantado para a ocasião.

Segundo fontes oficiais da Agência Regional de Desenvolvimento Produtivo, de um total de 72.677 visitantes aos observatórios na Região de Coquimbo no ano de 2007, 79% foram ao Observatório Mamalluca, 4% ao Collowara, 3% ao Mayu, 6% ao Tololo, 5% a La Silla, 2% a La Campana e 1% ao Gemini.

Turismo INGSERVTUR é o Tour Operador Receptivo de La Serena que está direcionado ao atendimento de visitantes a longa distância e que, em aliança com o Tour Operador Internacional “Chile All ways Tour”, têm desenvolvido nos últimos anos uma iniciativa inovadora para atrair turistas, acadêmicos de universidades e investidores à Região de Coquimbo, atraídos pelo Turismo Astronômico.

Em uma estreita colaboração, os empresários Sergio Bustos, Silvia Bustos de INGSERVTUR com Sergio Nin, Claudio Chierego da Chile All Ways foi concretizada, até esta data, a chegada de diversos grupos como 29 cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology MIT – USA) no mês de fevereiro de 2006, o segundo grupo MIT de 33 cientistas em janeiro de 2007, um grupo da Yale University de 10 cientistas em março de 2007, e o quarto grupo do Smithsonian Institute de 10 cientistas em maio de 2007. Ao mesmo tempo, já confirmaram para outubro de 2008 o aumento de visitantes – turistas e cientistas em programas similares.

eclipse4No mês de julho de 2008, um quinto grupo de 10 cientistas provenientes do Massachusetts Institute of Technology MIT – USA, visitou a Região de Coquimbo – Chile, seguido de um programa motivado pelo turismo astronômico e pela observação da Constelação de Estrelas do Hemisfério Sul. Foi utilizado La Serena e sua infra-estrutura hoteleira e gastronômica como base deste programa, o qual incluiu uma visita extensa ao Valle de Elqui durante o dia e, pela noite, ao Observatório Turístico Collowara em Andacollo. No dia seguinte, realizaram uma visita ao Observatório Científico Las Campanas e, antes da ascensão e em pleno Deserto do Atacama, desfrutaram de um Country Lunch com maravilhosa vista aos imponentes observatórios astronômicos de La Silla e Las Campanas, que culminou no dia seguinte com uma visita ao Observatório Científico Tololo.
Destaca-se que a zona é líder em atração de investimentos no campo astronômico, ao igual que a chegada de especialistas da área como a recente visita de Jon Lomberg, quem deu uma palestra apresentando as grandes oportunidades que estão ocorrendo na região.

HISTÓRIA DE TURISMO ASTRONÔMICO NA REGIÃO DE COQUIMBO

Sergio Bustos Caro está focalizado no Turismo de Interesses Especiais, sendo o Target ASTRONOMIA um dos pontos prioritários no ano de 1989, data de início da Turismo INGSERVTUR, que consolidam o projeto na “Região de Coquimbo – Quarto pólo de atração turística no Chile”, além dos cruzeiros de luxo que lidera a zona.

Seu primeiro sucesso foi atrair 565 especialistas e aficionados à astronomia que, motivados pelo Eclipse Total do Sol acontecido em novembro de 1994, visitaram a zona antes e depois do grande fenômeno no norte do Chile com visitas organizadas diretamente pelos interessados aos observatórios científicos da zona, como também com seus telescópios portáteis que trouxeram. Dessa maneira, observaram os céus em um lugar especial escolhido no interior de Andacollo.

Este foi o evento que originou a necessidade de se ter observatórios turísticos de caráter amador para complementar a observação direta dos céus com nossos olhos. Já de de noite, antes do evento em abril de 2004, INGSERVTUR propôs às autoridades a necessidade futura que apareceu na capa do Semanario Tiempo em La Serena “Empresário Turístico projeta um observatório amador em Andacollo”, propondo Andacollo ou La Higuera como lugar de observação, com uma atividade econômica que originaria a capacitação e empregos a uma juventude absorvida e motivada tradicionalmente pela mineração como única fonte de atividade laboral.
Hoje, com satisfação, tem-se Mamalluca em Vicuña, Collowara em Andacollo e logo, Cruz del Sur em Combarbalá. No entanto, há que considerar uma melhoria em infra-estrutura com mais telescópios nos observatórios mencionados, pois os grupos que atualmente estão sendo atraídos requerem de maior tempo de observação e, desta maneira, evitar as longas esperas que hoje acontecem nos mencionados observatórios.
O Target dos atuais visitantes VIP em Turismo Astronômico não tolera a massificação de observadores e, por conseqüência, as aglomerações, já que viajam de muito longe para ver por uns minutos enfrascados em grandes grupos massificados de turistas.

Os benefícios econômicos devem ir diretamente às comunidades que rodeiam estas instalações, pois de todas formas alteramos seu ecossistema de vida e a tranqüilidade de seu sono nos trajetos de acesso e regresso com os veículos durante a noite.

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Caça talentos no vinho

Nova Zelândia, Espanha, Argentina, França, Itália, Chile, Uruguai, África do Sul, Austrália e Estados Unidos da América, são alguns dos países que incorporam a primeira base de dados internacional de empregos no sector do vinhos da Andes Wines Communications. Após cinco anos a compilar os Curriculum Vitae de profissionais da agricultura e vitivinicultura, o sistema entrou em funcionamento esta semana. Produtores, agrónomos, enólogos, comerciais e engenheiros civis começaram a receber as primeiras propostas de trabalho directamente na caixa de correio electrónico, graças ao www.andeswines.com.

enologoNos últimos anos, a empresa tem colocado vários enólogos e agrónomos em prestigiadas produtoras de vinho, iniciando há pouco tempo o “Wine Head Hi«unter Service”, focado na procura de oportunidades de trabalho para profissionais do sector.

O detalhe mais significativo desta iniciativa é o grande interesse demonstrado por empresas internacionais em recrutar enólogos provenientes do Chile e Argentina, dada a vasta experiência adquirida no mercado dos vinhos, nomeadamente em empregos anteriores na Nova Zelândia, Austrália, França ou Itália.

De modo a optimizar a procura por oportunidades de emprego, os profissionais podem aceder a um nível mais alto – Job Search System – que consiste na procura de uma função específica num país que trabalha neste sistema: Espanha, Argentina, França, Itália, Chile, Uruguai, Estados Unidos da América, Canadá ou Reino Unido.

Gabriela Luna Romano, representante da empresa em Buenos Aires, Argentina, refere que «esta semana fomos contactados por profissionais estrangeiros que se encontram, neste momento, à procura de trabalho na América do Sul, em funções como managers comerciais ou enólogos seniores na Argentina ou Chile».

De referir que os profissionais que pretendam fazer parte desta base de dados, deverão enviar o respectivo Curriculum Vitae, em inglês ou espanhol, para andes@andeswines.com.

Traducción: hipersuper.pt

Victor Jorge
9 de Abril de 2007

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O VII SALÃO DO VINHO (CHILE) – HOTEL SANTA CRUZ PLAZA

Mês de agosto (25 & 26), o Vale de Colchagua, no Chile, abrigará um evento que está atraindo a atenção do mercado internacional de vinho, graças a participação de importantes investidores da Argentina, Estados Unidos e Chile. O VII Salão do Vinho, que se realizará no hotel Santa Cruz Plaza, na cidade de Santa Cruz (cerca de 200 km ao sul de Santiago). O feito mais importante foi confirmado na semana passada, graças à participação da Bodega Tapiz, da cidade de Mendoza (Argentina), de propriedade de Patricia Ortiz, Finca & Bodega VISTALBA da Argentina (Carlos Pulenta), Isabel Estate (Nueva Zelandia), Viña La Rosa y Santa Cruz de de propriedade de Carlos Cardoen.

salonviiEsta cidade já vem desenvolvendo há alguns anos, um processo de internacionalização, graças à indústria turística e vitivinícola, que viram a oportunidade para concentrar suas ações ali e ser o ponto de partida para transformar Colchagua no vale eno-turístico mais importante do Chile.

Um dos principais objetivos do evento é formar uma plataforma internacional de negócios em Santa Cruz, razão pela qual foram convidados investidores chilenos e estrangeiros, buscando desta forma uma oportunidade real de geração de negócios para os mercado de vinhos e de turismo, além de apoiar a gestão de empresas instaladas na região, que estão conseguindo formar um vale eno-turístico com grandes atrativos para os visitantes estrangeiros.

Outras empresas confirmadas no evento são: Revista América Economía, Revistas La CAV (Chile), Wine Adventure Magazine (Estados Unidos), R.S.V.P. (Argentina), Vitivinicultura (Chile), Vinissimo (Ecuador), Dionisos (Perú).

Desta forma, a cidade de Santa Cruz, em uma ação conjunta de empresários e produtores de vinhos da região, está consolidando-se como um importante destino turístico no Chile, integrando-se negócios, eno-turismo e cultura.

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WINE SPECTATOR DESTACA CARMENERE ADVENTURE

Wine Spectator en su sección UNFILTERED destacó la llegada del Carmenere Adventure 2005 – U.S.A. a Nueva York, con una extensa descripción de la aventura. Cristián Muñoz, piloto del CA 2005 logró algo inédito al recorrer por 77 días el continente americano para promocionar la cepa Carmenere.

usa6EXTRACTO DE LA NOTICIA:” He made it. Three months and 21,000 miles later, wine fanatic Cristián Muñoz has completed his journey from Santiago to New York on an 1150cc BMW motorcycle, accompanied by a 3-liter bottle of Carmenère. His mission: to raise awareness of Chile’s unique varietal. The journey began on July 4, and finished on Chile’s Independence Day, Sept. 18…..”

FOTOS DE LA LLEGADA A NUEVA YORK: Haga Click Aqui

Con éxito culminó el Carménère Adventure 2005, la primera campaña internacional organizada por Andes Wines para promocionar el vino chileno en el extranjero y que consistió en el recorrido que hizo en motocicleta y con una botella de Carménère por el continente americano hasta llegar a Nueva York, Cristián Muñoz, ingeniero comercial y único piloto de esta novedosa aventura.

De esta forma, la emblemática cepa del Carménère fue presentada en todos los lugares que incluyó esta campaña, la que a través de una serie de eventos estrechó lazos con la industria del vino en los países visitados, dando inicio a una nueva fase de marketing. Es así como importadores, retailers y distribuidores comienzan a mirar a los vinos nacionales con una imagen de aventura, historia y pasión. Algo que sin duda Chile necesita desarrollar.

Luego de 77 días de viaje y después de haber recorrido más de 30 mil kilómetros desde Santiago a Nueva York, pasando por Argentina, Uruguay, Brasil, Venezuela, Colombia, Panamá, Costa Rica, Nicaragua, Honduras, El Salvador, Guatemala, México y algunas ciudades de Estados Unidos; terminó con satisfacción la travesía (Road Marketing) que con gran optimismo comenzó el 4 de julio y finalizó en la fecha estipulada, el 18 de septiembre.

Fue así como al llegar al destino final de este viaje: Nueva York, un grupo de motociclistas americanos escoltó al piloto en su entrada a la gran manzana, lo que generó que este denominado “viaje épico” provocara un gran impacto en los norteamericanos.

Una vez en la ciudad, la agenda de reuniones y visitas comenzó con dos fotografías oficiales, una frente a la Estatua de la Libertad y otra en el Restaurant Tribeca Grill, donde estuvo acompañado del Sommelier, David Gordon, Jorge Perez, Thomas Byrnes, dueño y Presidente de Tedward Wines Ltda.

En Washington D.C., Cristián Muñoz fue recibido por el embajador de Chile en Estados Unidos, Andrés Bianchi, quien entregó una señal clara de la importancia que representó esta campaña para la imagen del país.

En Texas, el chileno se preparó para la última etapa de esta aventura que incluyó más de 8 mil kilómetros que abarcaron las ciudades de Montgomery, Miami, Atlanta, Washington D.C. y finalmente Nueva York.

En la capital azteca, el piloto nacional tuvo una recepción organizada por revista Motociclismo y el club de motos, luego cambió los neumáticos y realizó la mantención correspondiente para continuar el viaje a Texas.

Mucho antes estuvo en Bogotá, donde lo recibieron con un evento especial. Mientras que a Maracaibo, Venezuela, logró llegar luego de atravesar la ruta Amazonas con grandes aventuras y desventuras.

En Brasil, el Carménère Adventure 2005 tuvo una experiencia inolvidable, ya que Cristián Muñoz, además de participar en programas de radio y dar entrevistas para los periódicos locales, compartió con Daniel Geisse, Director Comercial de Vinícola Cave de Amadeu, de propiedad del enólogo chileno Mario Geisse, del Valle de Colchagua.

En Uruguay, la tierra del Tannat, el piloto nacional visitó la Bodega H. Stagnari y junto a Jeannie Fontaine, productora ejecutiva del Canal 10 de Montevideo, analizaron la importancia de esta cepa emblemática del Uruguay y el Carménère Chileno.

El día 5 de Julio se celebró en Mendoza la primera detención del Carménère Adventure 2005 en la Bodega Argentina Tapiz, donde se realizó una degustación de sus vinos, al igual que el Carménère de la Viña Aguatierra del Valle del Limarí.

Hay que destacar que la protagonista de esta aventura, fue una botella seleccionada de Carménère de tres litros (Mágnum), ya que por razones técnicas es el formato elegido por los enólogos para embotellar un vino con un alto potencial de guarda, debido a que existe menor proporción entre oxigeno y vino, lo que minimiza el proceso de oxidación.

Esta botella acompañó al piloto durante todo el viaje y fue parte crucial del atractivo de esta campaña promocional, por ser la primera botella de vino en participar de una aventura como esta.

Como testimonio histórico, la botella fue firmada por importantes personalidades en cada uno de los lugares visitados. De esta manera, el Carménère hizo que nuestro país fuera conocido como un destino seguro, aventurero y con vinos de primera calidad gracias a la gran diversidad de los valles y terroirs que existen en todo el territorio nacional.

Por primera vez Chile logra desarrollar una promoción única, innovadora y de alto impacto comunicacional internacional frente a campañas de otros países como Australia, España o Sud Africa.

El evento fue auspiciado por Revista America Economía y Vendimia

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I CONCURSO INTERNACIONAL DE TIRAS EM QUADRINHOS DO VINHO

ANDES_WINES_100Com o objetivo de criar uma nova maneira de incorporar o design e a criatividade dos talentos de muitos amantes e seguidores do vinho, além dos publicitários, nesta semana foi lançado o I Concurso Internacional de Tiras em Quadrinhos do Vinho. Esta instância foi impulsionada pelo site AndesWines.com em resposta às perguntas de usuários em relação a esta nova forma de apresentar a cultura do vinho que tem revolucionado o mercado asiático, especialmente.
“Uma das motivações para criar este concurso foi o grande sucesso que tiveram as tiras em quadrinhos do vinho no Japão e na Ásia, onde há uma cultura e seguidores destas apostas gráficas que incorporam o vinho nas suas aventuras em busca do melhor vinho do mundo, por exemplo, e que chega aos consumidores e profissionais jovens sobre os 25 anos que estão recentemente começando a conhecer o vinho como uma opção de consumo”, indicou o promotor desta iniciativa, Maximiliano Morales.

O concurso está aberto a todas as pessoas, além das Faculdades de Desenho, Agronomia e Enologia de todo o mundo que desejem desenvolver uma tira em quadrinhos que considere o vinho como eixo central.

As categorias do I Concurso de Tiras em Quadrinhos serão a vindima, mitos e lendas do vinho, histórias e personagens relacionados com este. Para participar, os interessados podem solicitar as bases do concurso ao correio eletrônico andes@andeswines.com, as que serão enviadas de forma direta.

A difusão do concurso a nível internacional já foi iniciada em diferentes países como a Espanha, o México, a Argentina, o Uruguai, o Brasil, o Chile, os Estados Unidos, a Europa e a Ásia com o objetivo de conseguir uma grande convocação que ponha o vinho na mente de forma transversal. Para reforçar a internacionalização do concurso, já foi criado uma comunidade em facebook chamada “andes wines”, onde os participantes já estão interagindo.

O processo de recepção dos trabalhos começa na segunda-feira, 16 de fevereiro e será estendido até sexta-feira, 31 de julho de 2009. Entre os prêmios há US$ 500 para o primeiro lugar e a publicação da tira em http://www.andeswines.com, em inglês e em espanhol, além de muitos outros presentes que serão informados durante as próximas semanas.

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Grapes are good…wine even better!!!

O NARIZ QUE ASSESSORA OS ENÓLOGOS MAIS PRESTIGIOSOS DO MUNDO

alexandre_schmitt_sitio_1O perfumista francês Alexandre Schmitt, quem atualmente trabalha na Faculdade De Enologia de Bordeaux educando sobre olfação a enólogos de prestigiosas adegas e profissionais do vinho na Espanha, na França e nos Estados Unidos, anunciou sua visita ao Chile entre os dias 12 e 23 de janeiro de 2009, com o fim de dirigir o Primeiro Seminário de Olfação na América do Sul. Dessa maneira, o Chile poderá estar posicionado entre os países líderes na técnica.
Nomearam-no o Guarda das Essências, o Nariz do Mundo e, segundo palavras de Schmitt: “As sessões de olfação são uma nova ferramenta à disposição dos vinhateiros e enólogos, já que se entrega a cada um a possibilidade de desenvolver a sensibilidade de seu olfato e de fixar em sua memória uma grande quantidade de cheiros”.

alexandre_schmitt_sitio_2Antes e depois do Seminário de Olfação, serão realizadas diferentes reuniões com reconhecidos enólogos nacionais que têm demonstrado interesse em conhecê-lo pessoalmente. Inclusive, já se contataram vales vitivinícolas que desejam realizar atividades de forma privada a seus produtores, razão pela qual, espera-se uma semana agitada.

Na Europa, os seminários têm se realizado com sucesso em diversas cidades como Barcelona, La Rioja, Madrid e Rueda, o que confirma o grande interesse por participar nos exclusivos encontros que duram 5 dias. Graças a eles, têm se capacitado diversas figuras importantes, tais como: Jean-Claude Berrouet (Taransaud Barrels, Château Pétrus, Lafleur-Pétrus,Trotanoy, Magdeleine), Château d’Yquem, Château Margaux, Tim Mondavi,Geneviève Janssens (Robert Mondavi Winery), Michael Silacci (Opus One), Marimar Torres (Adegas Miguel Torres), Kendall Jackson.

Há dezoito anos, Schmitt conheceu o diretor técnico e enólogo do Château Pétrus- uma das mais prestigiosas do mundo- Jean-Claude Berrouet, quem o motivou a se especializar no mundo do vinho e que, recentemente, indicou em uma entrevista: “Nos últimos quinze anos, Alexandre tem me iluminado regularmente com seu conhecimento do mundo da olfação. No começo, tomei consciência da descoberta do invisível e logo, aprendi a desenvolver meu sentido de olfato para melhorar meu gozo pela vida diária… A habilidade de identificar certos componentes aromáticos com precisão me permite melhorar minhas avaliações a nível profissional e, portanto, sentir-me mais seguro e me desempenhar melhor em degustações analíticas de vinhos… É um grande prazer para mim!”.

O seminário é organizado e coordenado integramente pela Andes Wines e Wine & Olfaction Consulting. Está orientado aos enólogos, viticultores, agrônomos, sommeliers, donos de vinhas e empresários que participam ativamente na elaboração do vinho, já que lhes facilita o processo de descrição deste e, dessa maneira, poder realizar as misturas dos vinhos de melhor forma.

O Seminário de Olfação tem como objetivo educar o olfato, desenvolvê-lo e ajuda o assistente para aprender a estruturar o universo olfativo: a descrever e memorizar os cheiros, utilizando com precisão a grande riqueza de vocabulário que possui o ser humano, além de estruturar nosso universo olfativo e aprender a descrevê-lo com a precisão e riqueza deste a nossa disposição. Porque memorizar é ante tudo aprender a descrever.

O curso tem uma duração de quatro sessões de 4 horas cada manhã e tem um custo de US $550. No Nível 1, serão analisados todos os descritores aromáticos que são usados na degustação e todas as famílias olfativas que se encontram no vinho.

ANTECEDENTES GERAIS

Schmitt é o único perfumista que trabalha no mundo do vinho e nasceu em Bordeaux no ano de 1967. Estudou também clarinete com a Orquestra de Bordeaux e foi que, desde os 15 anos, se relacionou com o tema da olfação. Primeiro, estudou Química na Universidade de Ciências de Bordeaux, onde teve um exame de acesso sobre a olfação e se treinou, de forma autodidata, cheirando todo o máximo possível. Logo, trabalhou desde seus 23 anos criando perfumes, graças a seus estudos realizados no Instituto Superior Internacional da Perfumaria, Cosmética e Aromas Alimentares de Versalhes.

Alexandre Schmitt, ao longo dos anos, tem conseguido identificar ao redor de 1500 cheiros diferentes. Geralmente, os perfumistas podem memorizar entre 1000 e 5000 cheiros diferentes. No curso, conseguem-se identificar ao redor de 200 referências, já que é um tema de prática e muita constância.

Se compararmos um enólogo com um perfumista, os dois possuem grandes diferenças. O perfumista é mais sensível ao álcool, já que em um perfume se encontra oito vezes mais concentrado que no vinho. Por outro lado, os compostos aromáticos do vinho são até mil milhões menos concentrados que no perfume e são totalmente diferentes.

Na língua existem 10000 receptores gustativos. No nariz, há centos de milhões que são os primeiros em se perderem com o passar dos anos. Ao mesmo tempo, o olfato não tem um vocabulário, portanto, a linguagem de outros sentidos é usada para descrevê-lo.

Embora a percepção e memória de cada pessoa seja única e diferente, todos temos mais ou menos o mesmo olfato e sentimos da mesma maneira. É através destes seminários de olfação onde é estabelecido um vocabulário universal para falar dos cheiros.

Antes de aprender a apreciar algo do vinho, deve-se reconhecer a fragrância primitiva através de uma referência isolada que é utilizada para dar uma marca intensa e precisa na mente. Desta maneira, os assistentes poderão praticar de melhor forma. Pode que este aroma não seja encontrado no vinho. Não importa. Às vezes, Alexandre Schmitt propõe aromas do vinho e às vezes outros. A idéia é estruturar o universo olfativo e não existe outra maneira de fazê-lo.

A razão do porquê influidores vinhateiros da França, dos Estados Unidos e outros países confiam em sua assessoria, está em que têm a oportunidade de aprofundar e se especializar no mundo da olfação e, ao mesmo tempo, praticá-lo. Geralmente, os enólogos estão concentrados em conhecer muito bem as moléculas do defeito e esquecem que o vinho é um prazer.

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Traduzido por Paulina Rojas R.

WINES & PROJECTS: TURISMO VIP NO CHILE CRESCE: ILHAS DO PACÍFICO SUL E ZONAS RURAIS

jo7O Turismo VIP no Chile cresce a passos largos, tudo impulsionado por particulares que têm instalado lodges de pesca, cabanas, centros turísticos e uma oferta de turismo de aventura em pontos geográficos tão extremos quanto Chaitén, o Golfo de Arauco, Chiloé, Isla de Pascua e ilhas do Pacífico Sul. Isto reafirma a crescente necessidade por desenvolver novos programas, redes de contatos internacionais e negócios ao redor destes destinos turísticos rurais. Devido a este interesse, lançou-se oficialmente Wines & Projects, uma nova área de negócios da empresa AndesWines.com, que está focalizada no desenvolvimento de assessorias no campo turístico e vitivinícola- vinhas, adegas, centros turísticos, hotéis e investidores- para o processo de design de produtos, criação da marca, estratégias de posicionamento e comercialização, além da geração de fluxos para o Chile e a Argentina.
Wines & Projects tem acesso a mais de 650 operadores turísticos, 450 meios de comunicação do vinho e turismo, e mais de 1200 agências de turismo de países como a Inglaterra, os Estados Unidos, o Brasil, a Alemanha, a China, o Canadá, o México, a Costa Rica, a França e a Itália, que têm solicitado em mais de uma oportunidade informação sobre o Chile e a Argentina com relação a destinos do vinho e turismo de aventura através da página web http://www.andeswines.com: o único site bilíngüe da América do Sul com conteúdos exclusivos gerados pela mesma empresa, razão pela qual, criou-se esta nova área de negócios.

Graças ao apoio de Turismo INGSERVTUR S.A. de La Serena, cujo dono é o empresário Sergio Bustos Caro, a AndesWines.com ingressou ao negócio das assessorias turísticas ao desenvolver completos programas de capacitação de guias de turismo de cruzeiros em porto, além da criação e internacionalização de novos tours como o Flowering Desert & Wines- onde japoneses visitavam o deserto florido acompanhados por uma variedade de vinhos Late Harvest- ou o Ski & Wine Tour, onde os esquiadores que atendemos degustaram vinhos nas vinhas do Valle del Maule e Curicó, além de uma degustação nos Nevados de Chillán no topo da montanha.

Entre os planos imediatos da empresa estão o início das assessorias a investidores e donos de ilhas do Pacífico Sul de Coquimbo até Chaitén, nicho de turismo VIP e extremo único do mundo, onde se mistura a aventura, o silêncio e a natureza indômita do sul deste continente. Entre os clientes que a empresa tem atendido estes últimos três anos, destaca o Cruzeiro National Geographic Endeavour, Hotel Santa Cruz Plaza del Valle de Colchagua e Viña AguaTierra, entre outros.

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Traduzido por Paulina Rojas R.

NOVA PLATAFORMA É CRIADA COM O FIM DE ATRAIR CAPITAL ESTRANGEIRO PARA O VINHO E TURISMO

vinedos_wines_projectsAndesWines.com e Metroprop.cl Property Management selaram uma aliança com o fim de criar uma plataforma para contatos e negócios que consiga dar uma solução à necessidade de inserção de um novo capital no Chile e agir como consultor dos investidores durante todo o processo de implantação. O objetivo principal desta aliança é buscar e processar informação de todos os terrenos, propriedades e ativos relacionados à área da vitivinicultura e do turismo. Dessa maneira, será tido um registro nacional das propriedades que estejam disponíveis e prontas para serem vendidas. Mais informação em andes@andeswines.com
 
Estas redes internacionais de ambas as empresas oferecerão oportunidades de trabalho através de uma busca seletiva de investidores potenciais internacionais e nacionais que estejam interessados em desenvolver um negócio no Chile.

Segundo Sebastián Salazar B., gerente de negócios e corretor, parceiro de Metroprop.cl: “Atualmente controlamos uma grande quantidade de terrenos em diferentes regiões aptas para o desenvolvimento de projetos imobiliários, turísticos e florestais e, graças a esta aliança com AndesWines, difundiremos o espectro de negócios ao incluir a área da vitivinicultura.

Outro campo que será desenvolvido graças a esta união é a promoção de lugares turísticos para a construção de lodges e hotéis de elite, devido ao crescente interesse internacional no Chile e suas atrações turísticas. Isto se conseguirá através da procura dos melhores terrenos perto das áreas de alto fluxo de turistas, tais como os centros de esqui, San Pedro de Atacama e a Patagônia. Estes lugares estarão disponíveis internacionalmente para os investidores estrangeiros e nacionais que estejam interessados em desenvolver projetos de elite em turismo de interesse especial.

A importância de algumas pessoas ou empresas, assim como sua nacionalidade, os fazem requerer serviços altamente especializados e eficientes. Portanto, a análise comercial e legal é básica para desenvolver projetos que sejam rentáveis e sustentáveis através do tempo para que, dessa maneira, garantam o investimento de nossos clientes.

No que diz respeito à indústria vitivinícola, o objetivo é a profissionalização da primeira agência corretora imobiliária que atualmente é trilíngüe (alemão, inglês e espanhol). Esta especialização será realizada mediante o Wine Market Place em http://www.andeswines.com que disporá uma oferta variada de informação, como as vinhas e adegas que se alugam ou vendem, pública ou confidencial no site, assim como os terrenos que são aptos para desenvolver projetos vitivinícolas com o fim de atrair investidores interessados em fazer negócio no Chile.

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BOLSA DE TRABALHO DA ANDES WINES – WINE HEAD HUNTER SERVICE

cosechador1AndesWines.com convida todos os enólogos e agrônomos a se inscreverem gratuitamente em nossa bolsa de trabalho. Somente têm que enviar seu nome, profissão, país ou zona de procura de trabalho e descrição da experiência ao correio eletrônico andes@andeswines.com, ao igual que o currículo atualizado em formato word. As empresas interessadas em conhecer detalhes de algum postulante ou contratar os serviços de “Wine Head Hunter” podem se comunicar a andes@andeswines.com e, dessa forma, conhecer os custos e condições do serviço.

WINE SPECTATOR DESTACA CARMENERE ADVENTURE

munozWine Spectator en su sección UNFILTERED destacó la llegada del Carmenere Adventure 2005 – U.S.A. a Nueva York, con una extensa descripción de la aventura. Cristián Muñoz, piloto del CA 2005 logró algo inédito al recorrer por 77 días el continente americano para promocionar la cepa Carmenere.
EXTRACTO DE LA NOTICIA:” He made it. Three months and 21,000 miles later, wine fanatic Cristián Muñoz has completed his journey from Santiago to New York on an 1150cc BMW motorcycle, accompanied by a 3-liter bottle of Carmenère. His mission: to raise awareness of Chile’s unique varietal. The journey began on July 4, and finished on Chile’s Independence Day, Sept. 18…..”

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Con éxito culminó el Carménère Adventure 2005, la primera campaña internacional organizada por Andes Wines para promocionar el vino chileno en el extranjero y que consistió en el recorrido que hizo en motocicleta y con una botella de Carménère por el continente americano hasta llegar a Nueva York, Cristián Muñoz, ingeniero comercial y único piloto de esta novedosa aventura.

De esta forma, la emblemática cepa del Carménère fue presentada en todos los lugares que incluyó esta campaña, la que a través de una serie de eventos estrechó lazos con la industria del vino en los países visitados, dando inicio a una nueva fase de marketing. Es así como importadores, retailers y distribuidores comienzan a mirar a los vinos nacionales con una imagen de aventura, historia y pasión. Algo que sin duda Chile necesita desarrollar.

Luego de 77 días de viaje y después de haber recorrido más de 30 mil kilómetros desde Santiago a Nueva York, pasando por Argentina, Uruguay, Brasil, Venezuela, Colombia, Panamá, Costa Rica, Nicaragua, Honduras, El Salvador, Guatemala, México y algunas ciudades de Estados Unidos; terminó con satisfacción la travesía (Road Marketing) que con gran optimismo comenzó el 4 de julio y finalizó en la fecha estipulada, el 18 de septiembre.

Fue así como al llegar al destino final de este viaje: Nueva York, un grupo de motociclistas americanos escoltó al piloto en su entrada a la gran manzana, lo que generó que este denominado “viaje épico” provocara un gran impacto en los norteamericanos.

Una vez en la ciudad, la agenda de reuniones y visitas comenzó con dos fotografías oficiales, una frente a la Estatua de la Libertad y otra en el Restaurant Tribeca Grill, donde estuvo acompañado del Sommelier, David Gordon, Jorge Perez, Thomas Byrnes, dueño y Presidente de Tedward Wines Ltda.

En Washington D.C., Cristián Muñoz fue recibido por el embajador de Chile en Estados Unidos, Andrés Bianchi, quien entregó una señal clara de la importancia que representó esta campaña para la imagen del país.

En Texas, el chileno se preparó para la última etapa de esta aventura que incluyó más de 8 mil kilómetros que abarcaron las ciudades de Montgomery, Miami, Atlanta, Washington D.C. y finalmente Nueva York.

En la capital azteca, el piloto nacional tuvo una recepción organizada por revista Motociclismo y el club de motos, luego cambió los neumáticos y realizó la mantención correspondiente para continuar el viaje a Texas.

Mucho antes estuvo en Bogotá, donde lo recibieron con un evento especial. Mientras que a Maracaibo, Venezuela, logró llegar luego de atravesar la ruta Amazonas con grandes aventuras y desventuras.

En Brasil, el Carménère Adventure 2005 tuvo una experiencia inolvidable, ya que Cristián Muñoz, además de participar en programas de radio y dar entrevistas para los periódicos locales, compartió con Daniel Geisse, Director Comercial de Vinícola Cave de Amadeu, de propiedad del enólogo chileno Mario Geisse, del Valle de Colchagua.

En Uruguay, la tierra del Tannat, el piloto nacional visitó la Bodega H. Stagnari y junto a Jeannie Fontaine, productora ejecutiva del Canal 10 de Montevideo, analizaron la importancia de esta cepa emblemática del Uruguay y el Carménère Chileno.

El día 5 de Julio se celebró en Mendoza la primera detención del Carménère Adventure 2005 en la Bodega Argentina Tapiz, donde se realizó una degustación de sus vinos, al igual que el Carménère de la Viña Aguatierra del Valle del Limarí.

Hay que destacar que la protagonista de esta aventura, fue una botella seleccionada de Carménère de tres litros (Mágnum), ya que por razones técnicas es el formato elegido por los enólogos para embotellar un vino con un alto potencial de guarda, debido a que existe menor proporción entre oxigeno y vino, lo que minimiza el proceso de oxidación.

Esta botella acompañó al piloto durante todo el viaje y fue parte crucial del atractivo de esta campaña promocional, por ser la primera botella de vino en participar de una aventura como esta.

Como testimonio histórico, la botella fue firmada por importantes personalidades en cada uno de los lugares visitados. De esta manera, el Carménère hizo que nuestro país fuera conocido como un destino seguro, aventurero y con vinos de primera calidad gracias a la gran diversidad de los valles y terroirs que existen en todo el territorio nacional.

Por primera vez Chile logra desarrollar una promoción única, innovadora y de alto impacto comunicacional internacional frente a campañas de otros países como Australia, España o Sud Africa.

El evento fue auspiciado por Revista America Economía y Vendimia

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